Teen dream, my dream *
Não deixe ninguém te derrubar. Seja forte, siga em frente e muitas vezes até finja que nada aconteceu.
terça-feira, 20 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
- Achei que você veio aqui para acertamos as coisas, por elas em ordem, deixar de lado os discussões... todos casais tem discussões. E nós não seriamos diferente. Achei que viesse aqui para por as cartas na mesa, esclarecer pontos cegos a mim e ficar comigo. - disse tudo de uma vez só, era bom que ela soubesse o que eu sentia, o que eu queria. Até então ela permaneceu de cabeça baixa, brincando com o anel anular que tinha ali.
- Você acha demais... esse é o seu maior problema, não defeito. Você achou que eu queria essas coisas, que queria engatar em um relacionamento... eu te disse que não queria compromisso, mais de mil vezes te falei para parar com isso. Eu não sirvo para essas coisas, não sei lidar com isso. - enfim levantou a cabeça e me encarou com os olhos cheio de lágrimas. - Você é incrível, perfeito, educado, carinhoso... mais não é para mim, não me serve.
E me deu as costas, pegou a bolsa que estava jogada no chão e ajeitou e saiu adentre a porta. Nem ao menos se virou a mim ou disse um adeus. Ela foi decidida... saiu sem dizer nada. Nem se despediu... nem um adeus. Porque eu sabia, sabia que não haveria mais, nunca mais.
- Você acha demais... esse é o seu maior problema, não defeito. Você achou que eu queria essas coisas, que queria engatar em um relacionamento... eu te disse que não queria compromisso, mais de mil vezes te falei para parar com isso. Eu não sirvo para essas coisas, não sei lidar com isso. - enfim levantou a cabeça e me encarou com os olhos cheio de lágrimas. - Você é incrível, perfeito, educado, carinhoso... mais não é para mim, não me serve.
E me deu as costas, pegou a bolsa que estava jogada no chão e ajeitou e saiu adentre a porta. Nem ao menos se virou a mim ou disse um adeus. Ela foi decidida... saiu sem dizer nada. Nem se despediu... nem um adeus. Porque eu sabia, sabia que não haveria mais, nunca mais.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Se minhas mãos escrevessem tudo que meu coração sente, conseqüentemente ficaria aqui até você acordar.
Porque é, e sempre será assim. Tentamos, de todas as formas, corremos, andamos, paramos enguiçamos, fazemos de tudo e não saímos do mesmo lugar. Damos nós e mais nós, cortamos caminhos e sempre nos encontramos no ponto de partida. Na mesma merda. ,
E você não merece isso, não merece a mim. E de coração, se é que tenho um... eu só quero que outra consiga te fazer o que eu nunca fui capaz de fazer. Que você tenha tua aquilo que sonhou e que merece. Algum idiota dize que amor é quando você tem todos os motivos para desistir de alguém e não desiste.
amor é quando você quer o melhor para a outra pessoa, mesmo você não tendo nada de melhor e muito menos sendo o melhor. Amor é quando você para de pensar em si mesmo e ponhe em primeiro plano o outro alguém. E esse meu alguém é você. Mesmo nunca tendo demostrado, é você, sempre foi e sempre será você.
Porque é, e sempre será assim. Tentamos, de todas as formas, corremos, andamos, paramos enguiçamos, fazemos de tudo e não saímos do mesmo lugar. Damos nós e mais nós, cortamos caminhos e sempre nos encontramos no ponto de partida. Na mesma merda. ,
E você não merece isso, não merece a mim. E de coração, se é que tenho um... eu só quero que outra consiga te fazer o que eu nunca fui capaz de fazer. Que você tenha tua aquilo que sonhou e que merece. Algum idiota dize que amor é quando você tem todos os motivos para desistir de alguém e não desiste.
amor é quando você quer o melhor para a outra pessoa, mesmo você não tendo nada de melhor e muito menos sendo o melhor. Amor é quando você para de pensar em si mesmo e ponhe em primeiro plano o outro alguém. E esse meu alguém é você. Mesmo nunca tendo demostrado, é você, sempre foi e sempre será você.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Provavelmente já deve estar acordado, é claro, e também já deve ter percebido.
Você tem que entender que eu não sei lidar com essas coisas: demostrações, carinho, amor... eu simplesmente me perco quando me pedem para fazer tais coisas. Desculpe, mais não me ensinaram isso. E você quis me ensinar, só que não dá para ensinar o que se aprende no jardim de infância a pessoa que já se encontra no
Porque te ver sofrer já doí e saber que eu sou a causa desse sofrimentos doí mais ainda. Corroí no fundo de minha alma, se é que tenho uma. Eu não sei lidar com essas coisas, meu amor. Espero que você não sinta a minha falta.
Esse sumiço é diferente dos outros, eu não irei voltar como fazia antes. Vou embora para sempre, e se um dia voltar a te procurar será porque de saudade não aguento mais viver, mais é provável que não volte por isso. Porque é isso que vou levar comigo, saudade. Saudade de ter você me ligando pra saber se cheguei bem, pra saber se acordei ou ouvir a minha voz, como tantas vezes você fez.
Desculpas não falem mais nada para o que eu estou te fazendo.
Me perdoe por tudo que te infligir, pelas as poucas coisas boas e a quantidade das ruins. Me desculpe por ser covarde e me esconder atrás dessas palavras, nenhuma delas chega perto do que eu estou sentindo.
Sei que estou sendo covarde por me esconder atrás dessas palavras, mais amor... eu não conseguiria te dizer tais coisas na tua cara. Iria fraquejar e te implorar para ficar, para me aceitar de volta.
Você tem que entender que eu não sei lidar com essas coisas: demostrações, carinho, amor... eu simplesmente me perco quando me pedem para fazer tais coisas. Desculpe, mais não me ensinaram isso. E você quis me ensinar, só que não dá para ensinar o que se aprende no jardim de infância a pessoa que já se encontra no
Porque te ver sofrer já doí e saber que eu sou a causa desse sofrimentos doí mais ainda. Corroí no fundo de minha alma, se é que tenho uma. Eu não sei lidar com essas coisas, meu amor. Espero que você não sinta a minha falta.
Esse sumiço é diferente dos outros, eu não irei voltar como fazia antes. Vou embora para sempre, e se um dia voltar a te procurar será porque de saudade não aguento mais viver, mais é provável que não volte por isso. Porque é isso que vou levar comigo, saudade. Saudade de ter você me ligando pra saber se cheguei bem, pra saber se acordei ou ouvir a minha voz, como tantas vezes você fez.
Desculpas não falem mais nada para o que eu estou te fazendo.
Me perdoe por tudo que te infligir, pelas as poucas coisas boas e a quantidade das ruins. Me desculpe por ser covarde e me esconder atrás dessas palavras, nenhuma delas chega perto do que eu estou sentindo.
Sei que estou sendo covarde por me esconder atrás dessas palavras, mais amor... eu não conseguiria te dizer tais coisas na tua cara. Iria fraquejar e te implorar para ficar, para me aceitar de volta.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Passei a mão no rosto angustiado. Cara, eu tinha acabado de chegar do trabalho, estava cansado. Quem diabos estava batendo na minha porta há uma hora dessas? E porque estava batendo na minha porta? A porra do porteiro servia para quê? E o caralho do interfone? Abri a porta pronto para xingar o desgraçado e me deparo com ela. A desgraçada. Com aquela familiar hesitação, os dentes sobre os lábios e braços cruzados. Não conseguir verbalizar nenhum pensamento embora tivesse uma torrente deles em minha mente e acho que ela se encontrava na mesma situação. Já que nenhum de nos proferia algo, permanecemos assim por uns bons quinzes minutos ou mais, eu não sei direito, não contei. Um encarando o outro. Só me vinha a cabeça que a mulher por quem eu estava sofrendo e terrivelmente apaixonado estava a minha frente. E ela sabia disso, pela a cara dela ela sabia muito bem o que estava acontecendo ali. E isso só aumento a minha vontade de segura-la pelos ombros e sacudi-la até ela me responder o porque tanta confusão, tantos muros entre eu e ela, os sumiços. E porque o celular dessa só dava caixa postal. E porque ela anulava o pouco de esperança que eu tinha sobre a gente, porque tampava todas as saídas que eu encontrava com esforços para a gente. E também de agarra-la e beija-la até os pulmões pedirem por ar. Aperta-la contra mim e sentir o calor daquele corpo minusculo que eu tanto adoro. E por, nem que se fosse a força, enfiar na cabeça dela que nem ela é capaz de me tirar de perto dela. Sussurrar no ponto fraco dela que ela é minha e de mais ninguém. Querendo ou não. Eram tantas coisa que o máximo que eu pudi fazer foi encara-la.
Então ela respirou profundamente:
— Oi, Pedro.
E o timbre daquela voz me penetro, não de uma forma boa, como antigamente era. Trouxe um misto de lembranças, doeu lá dentro, bem no fundo. E foi como se jogasse um balde de aguá fria sobre meu corpo quente e inercio pela a tua visita inesperada. Um choque aparentemente, tanto tempo sem ouvir a tua voz.
— Não vai me convidar para entra? — Perguntou com um sorriso escondido, tipico dela.
— Porque está aqui? — Enfim encontrei a minha voz e fui direto, me contive, mais fui direto.
— Não vai me convidar mesmo para entrar? — Perguntou-me novamente. E eu sabia que ela não soltaria nada ali. "Primeiro as minhas vontades e depois, quem sabe a recompensa."
— Tudo bem, entra.
— Obrigado. — Dito passou por mim, percebi que vestia um moletom azul meu, uma calça jeans e all star. Deu uma olhada no apartamento e se voltou a mim, novamente.
— Então... o que faz aqui? Porque esta aqui? Achei que nunca mais botaria os pés aqui e subir... já estava fora de questão. — Perguntei num tom sarcástico. E mais uma vez os sorriso escondido e a hesitação fizeram parte dela.
— Eu quis vir. — Disse em voz baixa, dando de ombros num gesto leve e ponto uma mecha do canelo atrás da orelha — Queria ver você de novo. — terminou olhando no fundo dos meus olhos.
— Porquê?
Ela não me respondeu. Em vez disso caminhou até mim, sem desviar os olhos dos meus. Quando chegou perto fez menção de tocar meu rosto, não deixe. Segurei seus pulsos envolvidos pelo pano do moletom, queria evitar contato direto com a pele dela, o calor dela. E ela me olhou com um pedido mudo para que eu deixasse ela fazer o que ela queria fazer. E mais uma vez de nada pudi fazer a não ser deixar. Mas ela nunca me olhou daquele jeito... suplicante (...) Então acariciou a minha barba por fazer, tocou meu rosto e fechei os olhos sentindo a textura da pele dela... e o calor que ele exalava. Como um viciado fraco, me deixei levar pelo o toque da pele dela. Colocou uns dedos sobre meu lábios e murmurou:
— Shh... sem perguntas... só por enquanto. Por favor... — Abri meus olhos e a encarei.
Ela até tentou sorrir, pudi ver isso. Mas não consegui; Chorou, coisa que até então eu nunca tinha visto. Ela chorou na minha frente e assim mesmo não desgrudava os olhos dos meus, e em vez de falar, me enlaçou com os braços em um abraço apertado. Eu até fiquei relutante em abraça-la de volta, enquanto descansava a cabeça no meu peito. Mais eu já disse que sou fraco né?
Beijou meu pescoço e me puxou para mais perto. Passando a mão pelos os meus cabelos e percorreu meu rosto com a boca, até chegar nos meus lábios. Primeiro me beijou de leve, mal roçando os lábios nos meus, depois vei com mais voracidade, mais paixão. Sem me dar conta comecei a corresponder as tuas caricias. Minhas mão desceram lentamente até o teu quadril e num impulso só a suspendi. Caminhei com ela no colo até o quarto. A joguei sobre a cama, mas ela veio sobre mim. Devagar, muito devagar, começou a se livrar das roupas. O moletom... o jeans... o sutiã... a calcinha e sem nunca tirar os olhos dos meus. Me deu espaço pra me livrar das minhas roupas; tive um pequeno contra-tempo com a calça o que a fez sorrir de leve. Enfim terminei e percorri aquele corpo por qual estava irrevogavelmente viciado, enlouquecidamente dependente e todas as palavras que acabam com mente. Finalmente ela se aproximou e percorreu com as mãos meu peito, ombro, braços... começou a me apertar junto a si. A gente se apertou um contra o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro. Tendo sufocar a saudade que sentíamos, porque ali pudi percebe que ela esta na mesma situação que a minha, que se encontrava com a mesma fome. Fome de nos mesmo. Perdi o controle, não sei se a machuquei ou não, também ela não reclamou em momento algum. Fizemos amor ferozmente, agarrados desesperadamente um a outro, saciando a qualquer custo a fome e matando a vontade que ameaça nos matar. E dessa vez foi diferente de qualquer ocasião que tivéssemos feito amor antes. Porque cada um de nos estava dolorosamente consciente do prazer do outro, cada toque mais fugaz do que o anterior. Era como se tivéssemos medo do que o futuro traria, parecia que tínhamos a certeza ali estampada a nossa frente que nos perderíamos para sempre, sem voltas. Que aquilo dali era uma despedida. Fizemos de uma tal forma, que com certeza ficaria marcado para sempre na memoria. (...)
Quando estávamos esgotados, e não tínhamos mais força para nada. Ela saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado. Cheguei mais perto dela, e ela me aninhou de forma que tocasse em meus cabelos. E passou as mãos por eles ritmadamente, me fazendo pegar no sono. Mas antes cheguei
Então ela respirou profundamente:
— Oi, Pedro.
E o timbre daquela voz me penetro, não de uma forma boa, como antigamente era. Trouxe um misto de lembranças, doeu lá dentro, bem no fundo. E foi como se jogasse um balde de aguá fria sobre meu corpo quente e inercio pela a tua visita inesperada. Um choque aparentemente, tanto tempo sem ouvir a tua voz.
— Não vai me convidar para entra? — Perguntou com um sorriso escondido, tipico dela.
— Porque está aqui? — Enfim encontrei a minha voz e fui direto, me contive, mais fui direto.
— Não vai me convidar mesmo para entrar? — Perguntou-me novamente. E eu sabia que ela não soltaria nada ali. "Primeiro as minhas vontades e depois, quem sabe a recompensa."
— Tudo bem, entra.
— Obrigado. — Dito passou por mim, percebi que vestia um moletom azul meu, uma calça jeans e all star. Deu uma olhada no apartamento e se voltou a mim, novamente.
— Então... o que faz aqui? Porque esta aqui? Achei que nunca mais botaria os pés aqui e subir... já estava fora de questão. — Perguntei num tom sarcástico. E mais uma vez os sorriso escondido e a hesitação fizeram parte dela.
— Eu quis vir. — Disse em voz baixa, dando de ombros num gesto leve e ponto uma mecha do canelo atrás da orelha — Queria ver você de novo. — terminou olhando no fundo dos meus olhos.
— Porquê?
Ela não me respondeu. Em vez disso caminhou até mim, sem desviar os olhos dos meus. Quando chegou perto fez menção de tocar meu rosto, não deixe. Segurei seus pulsos envolvidos pelo pano do moletom, queria evitar contato direto com a pele dela, o calor dela. E ela me olhou com um pedido mudo para que eu deixasse ela fazer o que ela queria fazer. E mais uma vez de nada pudi fazer a não ser deixar. Mas ela nunca me olhou daquele jeito... suplicante (...) Então acariciou a minha barba por fazer, tocou meu rosto e fechei os olhos sentindo a textura da pele dela... e o calor que ele exalava. Como um viciado fraco, me deixei levar pelo o toque da pele dela. Colocou uns dedos sobre meu lábios e murmurou:
— Shh... sem perguntas... só por enquanto. Por favor... — Abri meus olhos e a encarei.
Ela até tentou sorrir, pudi ver isso. Mas não consegui; Chorou, coisa que até então eu nunca tinha visto. Ela chorou na minha frente e assim mesmo não desgrudava os olhos dos meus, e em vez de falar, me enlaçou com os braços em um abraço apertado. Eu até fiquei relutante em abraça-la de volta, enquanto descansava a cabeça no meu peito. Mais eu já disse que sou fraco né?
Beijou meu pescoço e me puxou para mais perto. Passando a mão pelos os meus cabelos e percorreu meu rosto com a boca, até chegar nos meus lábios. Primeiro me beijou de leve, mal roçando os lábios nos meus, depois vei com mais voracidade, mais paixão. Sem me dar conta comecei a corresponder as tuas caricias. Minhas mão desceram lentamente até o teu quadril e num impulso só a suspendi. Caminhei com ela no colo até o quarto. A joguei sobre a cama, mas ela veio sobre mim. Devagar, muito devagar, começou a se livrar das roupas. O moletom... o jeans... o sutiã... a calcinha e sem nunca tirar os olhos dos meus. Me deu espaço pra me livrar das minhas roupas; tive um pequeno contra-tempo com a calça o que a fez sorrir de leve. Enfim terminei e percorri aquele corpo por qual estava irrevogavelmente viciado, enlouquecidamente dependente e todas as palavras que acabam com mente. Finalmente ela se aproximou e percorreu com as mãos meu peito, ombro, braços... começou a me apertar junto a si. A gente se apertou um contra o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro. Tendo sufocar a saudade que sentíamos, porque ali pudi percebe que ela esta na mesma situação que a minha, que se encontrava com a mesma fome. Fome de nos mesmo. Perdi o controle, não sei se a machuquei ou não, também ela não reclamou em momento algum. Fizemos amor ferozmente, agarrados desesperadamente um a outro, saciando a qualquer custo a fome e matando a vontade que ameaça nos matar. E dessa vez foi diferente de qualquer ocasião que tivéssemos feito amor antes. Porque cada um de nos estava dolorosamente consciente do prazer do outro, cada toque mais fugaz do que o anterior. Era como se tivéssemos medo do que o futuro traria, parecia que tínhamos a certeza ali estampada a nossa frente que nos perderíamos para sempre, sem voltas. Que aquilo dali era uma despedida. Fizemos de uma tal forma, que com certeza ficaria marcado para sempre na memoria. (...)
Quando estávamos esgotados, e não tínhamos mais força para nada. Ela saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado. Cheguei mais perto dela, e ela me aninhou de forma que tocasse em meus cabelos. E passou as mãos por eles ritmadamente, me fazendo pegar no sono. Mas antes cheguei
Eu tenho que esquece-la. Por bem ou por mal, querendo ou não querendo, gostando ou não gostando. Isso de tentar levar adiante não dá mais certo, não mesmo. Isso me faz muito mal, acaba com o meu dia e me tira o sono a noite. Ela não é o tipo de garota que se sente feliz com um simples buque-de-flores, cartão no dias do namorados, bombons, uma ida ao cinema e essa baboseira toda. Com ela é mais, é diferente... tudo é diferente, ela é diferente. É confusa, tem uma oscilação de humor que me deixam mais confuso ainda. Uma hora quer, na outra ignora ou então nada para ela era o suficiente. Mesmo com essa bagunça toda, não deixa de ser linda, intrigante, sarcástica, reservada, inteligente e cheirosa. Ela te fode por completo. Porra! Porque eu fui me engraçar com uma guria dessas. Tenho que para de pensar tanto nela.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Pois sou extrema, não sei e nem quero conhecer o pouco, o veril... o fraco. Meio termos não me completam e creio que quem diz ser satisfeito com ele provavelmente esta mentindo. É falso, covarde e farjuto! Sorri pelo o que não quer.. pelo o que não satisfaz; Se convence com o que dão. Cade a voracidade? Cade o desejo de ser mais e melhor para si mesmo? Você não precisa perder o caráter para poder ser uma pessoa melhor, com mais personalidade... mais identidade. Pra se impor em um mundo onde a banalidade reina. Você não precisa ser O mundo vai acabar no comum. Já eu não sei ser assim. E não sei o do porque não sei ser assim e adoro o fato de não saber o do porque sou assim, mais assim sou. Não me iguale a igualdade, nem chego perto dessas gurias que dizem ser diferente. E uma coisa é certa, não aponte o dedo para mostra meus defeitos se você não tem peito para se levar adiante, sou vingativa. Na maioria das vezes vô te pegar desprevenido e para essas coisa tenha uma paciência do chão. Sinceramente sou diferente de tudo. Tudo que vê, que já viu e que, talvez um dia, quem sabe ira ver. Não sei amar pela metade e nem por completo. Aprecio quando vão até o fim por mim, mais desisto fácil fácil. Gosto de quem rema comigo. Não sei viver de mentira, mais adoro ilusões. Elas já fazem parte do meu cotidiano. Não sei voar de pés no chão, mas sei sonhar acordada. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre. Talvez esses gosto extremos mude. Talvez eu pare de gostar das coisas pesadas. Das bebidas fortes, as drogas poderosas, os sentimentos favoráveis e desconhecidos. Os filhos da puta. Quem sabe um dia eu largue o meu apetite voraz e os delírios loucos. Mais de uma coisa eu sei: Se você não vier para me abalar, pode continuar onde se encontra. Não quero o pouco e dispenso a tua banalidade. Te apresento ao meu desdém.
Beijos na boca meu caro, porque eu gosto muito disso.
Beijos na boca meu caro, porque eu gosto muito disso.
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