domingo, 4 de dezembro de 2011

Talvez o prologo?

    Vaza Edward!
   – Ahn... qual foi Bela? Vai se fazer de difícil mesmo, vai ficar fazendo esse cu doce agora? Vai ficar com esse joguinho? – pergunto encarando-me com uma cara séria. 
   E eu por minha vez tratei de terminei meu cigarro. Dei uma tragada e a fumaça chego na cara dele, fitei aquelas esmeraldas incrivelmente verdes e dei a porra da atenção que ele tanto queria. Fiz-me de desentendida:
   – Que joguinho Edward?  E que cu doce? E o que mesmo que você quer? – falei fazendo cara de inocente. Sorri um lindo sorriso irônico para ele. Ele riu. Aquela risada meia roca... meia irônica. Sexy. 
  – Não brinca comigo garota... você sabe muito bem do que estou falando, e sabe muito bem o que eu quero! Não se faça de desentendida. – disse pegando no meu braço e o apertando, fazendo-se dono de minha atenção. 
  – Edward me solta! Tá machucando! – disse. – Não te prometi nada, foi só uma coisa, só isso, desencane. Não vai acontecer de novo. 
  – Só que eu quero... quero de novo Bela. 
  – Só que não é você que decide isso e eu não o quero mais – disse me desvenciliando do teu braço.
   Olhou-me nos olhos e por alguns segundos e esqueci de tudo... Eles me hipnotizava. Ele não dize nada, não fez nada, apenas aproximo teu rosto ao meu. Chego perto tua boca da minha... escovo teus lábios ao meu. Agarrou-me delicadamente. E eu deixe, deixei ele vir... abri minha boca pra recebe-lo. Ele paro... inesperadamente paro. Fez um caminho até meu ouvido e sussurro: 
  – Viu como você me quer... – Disse aquilo de uma tal forma que me deixou completamente arrepiada. 

Minha Fic e talz... ainda não tem nome e não é definitiva.

       O Colégio Campbell Bower. É um colégio particular, onde os pais, que não aguentam mais seus filhos e querem se livrar deles da melhor forma possível. Matriculam seus "bebês" nessa prisão. Ele é reconhecido como um dos melhores colégios particulares e que encaminham teus "lindos" filhos para as melhores faculdades dos Estados Unidos, o que é isso? Passe livre. Também, com o valor da mensalidade, eles deveriam nos por sentados naquelas cadeiras confortáveis da faculdade com o diploma em mões. Ele também abre algumas vagas: com provas. Que, pelo o que as bolsistas já me disseram, são super difícil. Eu ainda não consigo entender o do porque alguém quer vir para esse inferno.
     Quando meus pais me disseram que eu iria estudar aqui, até fiquei contente. Pois era um colégio para garotos e garotas... até ai tudo bem. Só descobrir um detalhe, um simples detalhe, muito tarde devo dizer; o colégio tinha uma divisão; Garotas para um lado e Garotos para o outro. O que isso queria dizer? Tinha uma parte que era somente para as garotas, onde é o nosso dormitórios. Nossas aulas não são misturadas, só tínhamos alguns professores homens, o resto eram mulheres mal amadas e, que provavelmente a falta de sexo mexia no psicológico delas. Também havia cercas, muros, toque de recolher, regras e etc. Muros cercados, para que os garotos e nem as garotas pulassem o muro para "dormir" em lugares inadequados e foram de seus dormitórios. Toque de recolher e regras, porque existiam alguns garotos, há maioria devo dizer, davam uma escapadinha para o nosso lado. Desde então o diretor, Carlisle Cullen impôs algumas regras: Garotos e garotas não podiam ficar um no patio do outro, nos jardins, corredores e muito menos no dormitórios, como já aconteceu. Se caso isso acontecesse era expulsão na certa. Mesmo assim eles invadem.
     Apesar de quem mais invadia era o próprio filho dele. E ele adorava vir nos visitar e trazer alguns com sigo:  E devo dizer que tinham meninas que morriam por eles, literalmente.
     Depois dessa regras e do toque de recolher o coisa fico tediosa. E se tornava uma coisa frustante, a falta dos garotos. Até nos víamos nos finas de semana, mais eram raras vezes... já que alguns iam para as suas casas e outros continuavam no colégio.  Alguns tinham a autorização de sair, dá uma volta na cidade e volta para o colégio.
     Port Angeles é uma cidade pequena, mais movimentada. Tinha bastante adolescentes, uns que vinham da pequena e chuvosa Forks. Algumas boates, um shopping, uns lugares bons para se frequentar e paquerar. Mais aqui de uma certa forma já estava me enjoando. Sair, ficar com alguns garotos e trazar com uns e outros, não era mais para mim. Tinha até tentado algo serio com alguns caras, só que não dava certo, não mesmo. E já tinha me enjoado daquilo tudo. Daquelas tentativas e daqueles casos. Sentia uma estranha urgência de que algo acontecesse na minha vida, algo que me fizesse querer viver, algo intenso, quente, vibrante. É difícil algo intenso acontecer quando você é obrigada pelos pais a morar em um internato.
    Tinha a impressão que nada daria certo, até eu sair daquele lugar.