Não deixe ninguém te derrubar. Seja forte, siga em frente e muitas vezes até finja que nada aconteceu.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Ei, bobão. Você esta fudido e mal pago. Tanta garotas pra se engraçar e vai se engraçar logo comigo? Foi se apaixonar logo por mim, amante da liberdade.
Mas cá estou, vô te dizer certos pontos importantes a mim, pra não ocorrer tantas desavenças assim comigo. Porque de cara saiba; sou teimosa e mandona. Não são exigências ou cobranças, nada disso. Nosso relacionalmente
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Também pudi perceber que amar não é apenas isso, ver em uma pessoa certas qualidades que tanto almeja ou que tanto queira. E a parti de ter os olhos agradados começar a amar. Percebi então que eu nunca te amei. Não foi aquela amor de cinema, aquele amor de novela, amor de adolescente, não foi nenhum tipo de amor. Você fez parte de mimo meu, eu apenas te quis por... por estar sozinha, por carência ou quem sabe . Amores de verdade surgem em um olhar, em você querer saber mais sobre aquela pessoa, mesmo sabendo de tudo. O amor ele vem com a convivência, em quer fazer o bem aquele
Eu ainda quero você, ainda penso em você. Mas posso lidar com isso sem afetar a minha vida e a vida dos que me rodeiam, como acontecia antigamente. Eu posso lidar com a tua falta, eu posso me acostumar com ela. E eu já me acostumei.
Mas a tua falta em mim, foi bom. De certa forma, foi muito boa. Sem você pudi enxergar certos pontos, desconhecidos a mim. Me fez prestar a atenção em outras coisas, outras pessoas. Me fez dar atenção a outras pessoas, pessoas essas que são essenciais a mim. Pude para e pensar no que você representa a mim, em todos os sentidos. Pudi ti ver sem as minhas fascinações. Sabe, pude realmente te enxergar como você é.
Eu ainda quero você, ainda penso em você. Mas posso lidar com isso sem afetar a minha vida e a vida dos que me rodeiam, como acontecia antigamente. Eu posso lidar com a tua falta, eu posso me acostumar com ela. E eu já me acostumei.
Mas a tua falta em mim, foi bom. De certa forma, foi muito boa. Sem você pudi enxergar certos pontos, desconhecidos a mim. Me fez prestar a atenção em outras coisas, outras pessoas. Me fez dar atenção a outras pessoas, pessoas essas que são essenciais a mim. Pude para e pensar no que você representa a mim, em todos os sentidos. Pudi ti ver sem as minhas fascinações. Sabe, pude realmente te enxergar como você é.
então … Na hora que você vai postar, tem la na caixinha onde tem a opção colocar em negrito e italico e enfim algo escrito HTML não tem?, você clica la. Ai vai aparece seu texto e tal, ai vai ter la seu noem por exemplo <p><strong><small>- Andressa (<a href=”http://c-o-l-o-m-b-i-n-a.tumblr.com/”>c-o-l-o-m-b-i-n-a</a>)</small></strong></p>
</blockquote>
<p> </p>
domingo, 29 de janeiro de 2012
Talvez o meu erro, é achar que sou forte demais. É achar que minhas decepções não são nada, é achar que vou conseguir passar por mais uma desilusão e mais uma despedida, que ainda vou continuar de pé. Firme. É crer que alguns sorrisos são o suficiente para me sustentar, é que depois de algumas noites de insonia e alguns choros estridentes, isso vai passar e vou me recuperar, assim do nada. Que vou voltar a ser aquela garota que todos jugam forte e inatingível, sabe. É fingir comigo mesma. É mentindo pra mim mesma que eu vou ficar bem, sem a ajuda de ninguém. Que sou capaz de me reerguer. Abusei demais de mim, ultrapassei meus limites e fui adiante, mesmo não aguentando. Segui em frente e eu juro que estava tentando esconder ao máximo, ao que o meu corpo permitia. Mas, só pra varias, minhas tentativas me levaram para o caminho oposto. Como um barranco que não aguenta a força de uma simples chuva, desmoronei. Perdi as minhas forças… Acabei sendo vencida e mostrei a enorme fragilidade que sempre houve aqui dentro. Acabei mostrando a todos o que sempre lutei para esconder, o que me faz pensar que sou fraca e inútil. A parte que mais tenho vergonha. Acabei sendo dirigida com olhares de pena. Uma coisa da qual sempre odeie. Chega de tentar disfarçar e esconder o que não dá mais pra ocultar, as pessoas veem cansaço em mim. Eu estou exausta disso e desses acontecimentos na minha vida. Porque todos tem que sair dela? Porque me esquecem, assim tão rapidamente. Porra, quando elas estão mal sabem onde me procurar, agora quando sou eu que precisa de ajuda, cade elas? Somem? Estou cansada disso. Ter que sorrir, mesmo quando não estou bem. Quando eu percebo que alguém está assim, eu vô lá, eu me importo, eu dou o máximo de mim, o meu melhor. É pedir muito para elas me tratarem da mesma forma? Pra que se preocupem comigo da mesma maneira que me preocupo com elas? Isso é muito?! Droga, eu não as ajudo com a intenção de jogar nas caras delas, de chegar e dizer: "Mas eu te ajudei naquele dia" não é isso. Elas não são os meus amigos? Amigos não servem para isso? Caralho! Esse entra e sai só serve pra me deixar vulnerável, insegura e o pior, fechada. Fechada para o mundo, e com raiva das pessoas que o abitam. Quero um alguém que me enxergar, porque ser invisível doí muito, ou então eu queria desaparecer por completo. Queria não olhar nos olhos de ninguém, não sentir raiva delas e nem outros tipos de sentimentos. Queria apenas alguém que me olhasse e dissesse alguns consolos. Hoje eu queria renascer, começar tudo novo outra vez. E acordar ao lado de alguém que me amasse assim como sou, sem apontar os defeitos, os erros; mas que elogiasse os acertos. Que visse em mim algo bom, construtivo. Alguém que me alisasse os meus cabelos e que ouvisse meu chamado. O chamado silencioso dos meus olhos. Alguém que me acuda e fale:
— Ei, eu te vejo perfeitamente. Eu te entendo. Eu gosto de você assim. Eu não vou te abandonar.
— Ei, eu te vejo perfeitamente. Eu te entendo. Eu gosto de você assim. Eu não vou te abandonar.
Carta de despedida dela, para ele.
"Ontem de madruga, novamente não consegui pegar no sono. Não conseguir, pois não te tirava da cabeça. Porém foram pensamentos diferentes, sabe. Não foram aqueles pensamentos de vontades próprias trazendo com sigo lembranças sufocantes. Ontem eu não quis te ligar - como tantas outras vezes - e perguntar o porque dos fatos ou o porque as coisas aconteceram daquela forma. Eu lembrei de você e não senti aquela vontade de chorar baixinho e de segurar o soluço. Naquela noite eu me perdi em diversos pensamentos sobre você. Entre eles, um mais me intrigo. Fiquei pensando na tua partida. A tua falta em mim, de certa forma foi-me muito boa. Porque eu pudi enxergar certos pontos desconhecidos a mim. Pudi ti ver sem as minhas fascinações. E me perguntei, o que era aquilo que eu vi em você. Se você era apenas uma projeção daquilo que eu queria e tanto desejava, e que me fiz dependente. Ou até que ponto as coisas que me fascinavam eram tuas, ou minhas. Quer dizer, se você era aquilo que eu queria que você fosse, ou se você realmente era aquilo tudo que eu via. Entende? Não, você não entendi. Nem eu mesma entendo.
Para mim, bastava você ter as tás qualidades e ponto. A partir dali eu te amaria e vice-versa. Seriamos perfeitos, um para o outro. Eu seria aquela que você, primeiramente, procuraria. Aquela que não iria sair de jeito nenhum dos teus pensamentos. Aquela que faria o mundo parecer mais fácil, que faria as coisas aparentar leveza. Eu quis ser apresentadas a todos como tua. Eu seria o motivo dos teus sorrisos. A tua paz, teu encontro, teu consolo, teu descanso, teu desejo. Eu queria que você, necessariamente, precisa-se de mim. Que sentisse a minha falta, que quando eu desse as costas você viria correndo. Eu quis ser o teu porto-seguro. Eu quis tanto te dar e acebei esquecendo de perguntar se você queria. Mas essas coisas não se perguntam, não é? Apenas vamos lá, e pronto; damos.
É Como mergulhar num mar sem coletes salva-vidas. E você abrir portas sem ter a remota ideia do que te espera. É um jogo de azar e sorte; tipo dos cassinos, você joga, mesmo sabendo que pode perder e sair seriamente prejudicado. Resumindo, é uma estupidez.
Mesmo assim, eu estava disposta a ter dar tudo o que tinha, era pouco? Era, porém era teu. Absolutamente tudo. Eu te daria tudo e aceitaria de bom grado o que era me dado. Teu sorriso era a minha recompensa...
Mas se você estivesse aqui, agora. Como seriamos? O aconteceria conosco? O que seria de nos? Você se foi e nem faz 5 meses e cá estou. Retrucando se realmente te amei, se realmente te quis da forma que você era. E me perguntando, de que forma você era? Que me enlouqueceu daquela forma? (...) Pego um retrato teu e fito a tua imagem e tento lembrar de algum defeito, ou de algum momento que se exaltou comigo, alguma discussão nossa. Qualquer coisa que me faça acreditar que o que tivemos foi real, verdadeiro sabe. Eu não posso acreditar que me iludi desta forma com você. Não posso crer que pensei amar alguém que nunca existiu. Quem é você?(...)
Eu pensei tanto naquela noite, que quando vi, o sol já estava nascendo. E eu o presenciei, coisa que não fazia a tempo e sinceramente? Como pude me trancar dentro de mim mesma, e não observar aquele espetáculo? O nascer de um dia. Porque não o peguei com exemplo? "Por mais que a noite seja fria e gélida, escura e sombria. O sol aparace, mesmo que ela tente se sobrepor ao sol. Ele o vende, e nasce mais uma vez sorri."
A tua partida me fez prestar a atenção em outras coisas, outras pessoas. Me fez dar atenção a outras pessoas, pessoas essas que são essenciais a mim. Pude para e pensar no que você representa a mim, em todos os sentidos. Independe de como te via. Pudi procurar ser melhor pra mim, e aos que me cerca. Sai de casa, sorrir mais, comprei novas roupas, conhecer pessoas novas. Frequento outros lugares. Terminei de ler aquele livro que já estava virando um deposito de poeira na minha cabeceira. Eu conseguir levar a vida sem você(...) Ainda bem que conseguimos interromper no meio do processo. Saímos ilesos, sem maiores danos. Apenas com a lembrança daquilo que um dia, já foi.
Enfim, me ocorreu agora te enviar esta carta. Não pra você ter noticias minhas, mais sim daquilo que um dia já fomos. Escrevo-te para mostrar que ainda lembro de ti. Porque nem você e nem eu somos descartáveis. Adeus e um grande beijo.
Mariana."
Para mim, bastava você ter as tás qualidades e ponto. A partir dali eu te amaria e vice-versa. Seriamos perfeitos, um para o outro. Eu seria aquela que você, primeiramente, procuraria. Aquela que não iria sair de jeito nenhum dos teus pensamentos. Aquela que faria o mundo parecer mais fácil, que faria as coisas aparentar leveza. Eu quis ser apresentadas a todos como tua. Eu seria o motivo dos teus sorrisos. A tua paz, teu encontro, teu consolo, teu descanso, teu desejo. Eu queria que você, necessariamente, precisa-se de mim. Que sentisse a minha falta, que quando eu desse as costas você viria correndo. Eu quis ser o teu porto-seguro. Eu quis tanto te dar e acebei esquecendo de perguntar se você queria. Mas essas coisas não se perguntam, não é? Apenas vamos lá, e pronto; damos.
É Como mergulhar num mar sem coletes salva-vidas. E você abrir portas sem ter a remota ideia do que te espera. É um jogo de azar e sorte; tipo dos cassinos, você joga, mesmo sabendo que pode perder e sair seriamente prejudicado. Resumindo, é uma estupidez.
Mesmo assim, eu estava disposta a ter dar tudo o que tinha, era pouco? Era, porém era teu. Absolutamente tudo. Eu te daria tudo e aceitaria de bom grado o que era me dado. Teu sorriso era a minha recompensa...
Mas se você estivesse aqui, agora. Como seriamos? O aconteceria conosco? O que seria de nos? Você se foi e nem faz 5 meses e cá estou. Retrucando se realmente te amei, se realmente te quis da forma que você era. E me perguntando, de que forma você era? Que me enlouqueceu daquela forma? (...) Pego um retrato teu e fito a tua imagem e tento lembrar de algum defeito, ou de algum momento que se exaltou comigo, alguma discussão nossa. Qualquer coisa que me faça acreditar que o que tivemos foi real, verdadeiro sabe. Eu não posso acreditar que me iludi desta forma com você. Não posso crer que pensei amar alguém que nunca existiu. Quem é você?(...)
Eu pensei tanto naquela noite, que quando vi, o sol já estava nascendo. E eu o presenciei, coisa que não fazia a tempo e sinceramente? Como pude me trancar dentro de mim mesma, e não observar aquele espetáculo? O nascer de um dia. Porque não o peguei com exemplo? "Por mais que a noite seja fria e gélida, escura e sombria. O sol aparace, mesmo que ela tente se sobrepor ao sol. Ele o vende, e nasce mais uma vez sorri."
A tua partida me fez prestar a atenção em outras coisas, outras pessoas. Me fez dar atenção a outras pessoas, pessoas essas que são essenciais a mim. Pude para e pensar no que você representa a mim, em todos os sentidos. Independe de como te via. Pudi procurar ser melhor pra mim, e aos que me cerca. Sai de casa, sorrir mais, comprei novas roupas, conhecer pessoas novas. Frequento outros lugares. Terminei de ler aquele livro que já estava virando um deposito de poeira na minha cabeceira. Eu conseguir levar a vida sem você(...) Ainda bem que conseguimos interromper no meio do processo. Saímos ilesos, sem maiores danos. Apenas com a lembrança daquilo que um dia, já foi.
Enfim, me ocorreu agora te enviar esta carta. Não pra você ter noticias minhas, mais sim daquilo que um dia já fomos. Escrevo-te para mostrar que ainda lembro de ti. Porque nem você e nem eu somos descartáveis. Adeus e um grande beijo.
Mariana."
- Sabe aquela garota ali.
- Onde? - perguntei.
- Aquela ali, sentada no banco da praça.
- Ah, o que tem ela - murmurei.
- Ela é tá tão estranha, não acha? Sei lá, ela mudou tanto. Eu andava com ela, mais depois ela ficou tão esquisita, parei.
- Esquisita? Como? - Retruquei, encarando aquela garota de expressão esgotada e irritada.
- Ah, olhe para ela. Olha essa maquiagem forte, esses olhos escuros e essa boca vermelha em plena luz do dia? E por que se vestir assim? Essas roupas são tão vulgares, quer dizer... eu nunca sairia de casa assim. E olhe para o cabelo dela, que descuido! Ele era um dos mais lindos daqui do bairro. E outra, você já viu o pessoal com quem ela andando? - Me perguntou erguendo as sobrancelhas, incrédula. Nem me esperou responder. - Um amigo meu, que é vizinho dela, disse-me que as pessoas que ela anda são bem barra pesada. Eles bebem, saí pra farra, fazem a baderna toda e a noite inteira. Acredita, ela fez uma festança na casa dela semana passada enquanto os pais estavam viajando, disseram que rolo drogas, bebidas e tudo o mais, teve um morador chamou a policia, pois não aguentava o som. Provavelmente ela deve está chegando de umas farras dessas(...) -
Enquanto a Amanda tagarelava mais coisas sobre aquela garota, percebi que ela se levantava. Pudi ver a maquiagem borrada, os olhos escuros e fundos. As roupas, a meia rasgada, dai entendi o que ela diz dizer com: "eu nunca sairia de casa assim"(...) Me parecia que ela ia chorar a qualquer momento, mas não. Ela inspirou profundamente e se levantou. Inspiro todo o ar que os pulmões possivelmente aguentaria e sorrio. Um sorriso digno do palavrão "foda-se". Mudo a expressão de tal forma que chego a me surpreender.
Teu rosto de menina assumiu uma forma irônica e debochada. Com um meio sorriso no rosto que poderia ser muito bem considerado como um sorriso safado. Se ajeitou; calçou os sapatos que estavam jogados do lada do bando, pego uma garrafa de whiskey - já pela a metade - escondido em algum lugar ali. Tiro da bolsa um masso de cigarros, pego um e o pós na boca, logo depois o acendeu.
Bagunço um pouco mais os cabelos rebeldes, o jogou para um lado e outro. E saio. Uma saída digna de quem já sofreu bastante, e mesmo assim, enfrenta o vento.
- Eu não sei porque ela mudou tanto assim... - Amanda mais uma vez me perguntou, me fazendo lembrar da tua presença.
- Talvez ela tenha amado - Sugeri ainda observando aquela garota que dava as costas a todos que, assim como nós, falavam dela. - Talvez ela ainda ame.
- Onde? - perguntei.
- Aquela ali, sentada no banco da praça.
- Ah, o que tem ela - murmurei.
- Ela é tá tão estranha, não acha? Sei lá, ela mudou tanto. Eu andava com ela, mais depois ela ficou tão esquisita, parei.
- Esquisita? Como? - Retruquei, encarando aquela garota de expressão esgotada e irritada.
- Ah, olhe para ela. Olha essa maquiagem forte, esses olhos escuros e essa boca vermelha em plena luz do dia? E por que se vestir assim? Essas roupas são tão vulgares, quer dizer... eu nunca sairia de casa assim. E olhe para o cabelo dela, que descuido! Ele era um dos mais lindos daqui do bairro. E outra, você já viu o pessoal com quem ela andando? - Me perguntou erguendo as sobrancelhas, incrédula. Nem me esperou responder. - Um amigo meu, que é vizinho dela, disse-me que as pessoas que ela anda são bem barra pesada. Eles bebem, saí pra farra, fazem a baderna toda e a noite inteira. Acredita, ela fez uma festança na casa dela semana passada enquanto os pais estavam viajando, disseram que rolo drogas, bebidas e tudo o mais, teve um morador chamou a policia, pois não aguentava o som. Provavelmente ela deve está chegando de umas farras dessas(...) -
Enquanto a Amanda tagarelava mais coisas sobre aquela garota, percebi que ela se levantava. Pudi ver a maquiagem borrada, os olhos escuros e fundos. As roupas, a meia rasgada, dai entendi o que ela diz dizer com: "eu nunca sairia de casa assim"(...) Me parecia que ela ia chorar a qualquer momento, mas não. Ela inspirou profundamente e se levantou. Inspiro todo o ar que os pulmões possivelmente aguentaria e sorrio. Um sorriso digno do palavrão "foda-se". Mudo a expressão de tal forma que chego a me surpreender.
Teu rosto de menina assumiu uma forma irônica e debochada. Com um meio sorriso no rosto que poderia ser muito bem considerado como um sorriso safado. Se ajeitou; calçou os sapatos que estavam jogados do lada do bando, pego uma garrafa de whiskey - já pela a metade - escondido em algum lugar ali. Tiro da bolsa um masso de cigarros, pego um e o pós na boca, logo depois o acendeu.
Bagunço um pouco mais os cabelos rebeldes, o jogou para um lado e outro. E saio. Uma saída digna de quem já sofreu bastante, e mesmo assim, enfrenta o vento.
- Eu não sei porque ela mudou tanto assim... - Amanda mais uma vez me perguntou, me fazendo lembrar da tua presença.
- Talvez ela tenha amado - Sugeri ainda observando aquela garota que dava as costas a todos que, assim como nós, falavam dela. - Talvez ela ainda ame.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Vá pode ir embora, deixe-me aqui. Vô ficar bem. Quando sair tranque a porta, por favor e faça-me o favor de levar com sigo as lembranças. Não me importo de ficar sem a presença delas, ao menos uns instantes. E também não volte. Fique lá, não volte a me procurar. Só lembre-se depois que foi tu mesmo que quis isso. Não venha dizer que se arrependeu... não te aceito de volta.
Quer saber, pro inferno essa de lamentar você ter me deixado. Quem saiu perdendo aqui, literalmente foi você, meu caro. Pois sinceramente, tu acha que vai encontrar alguém que te aguente da mesma forma que eu te aguentava? Quem ira te querer assim? Todo esfarrapado, desleixado e fedendo a cigarros. Esse teu charme de cafajeste pode até conquistar, nos primeiro quinze minutos. Tu acha que alguém vai suportar as asneiras deferidas por ti e as piadas fracassadas? O jeito ogro, nojento e descabelado? Pensando bem, nem eu sei como te suportava. E o do porque tanto te queria(...) Parei de te querer para querer um pouquinho de mim, daquilo que tu fazia questão de ignorar. Agora quem não quer sou eu. Cansei da mesmice, a mesma rotina, as mesmas atitudes, os erros idiotas, as falhas desnecessárias, e principalmente ti. Amor, você me perdeu. E junto meu carinho, meu apoio, meu amor. E não adianta sair por aí dizendo que ainda sou tua e que ainda estamos juntos. Não pense que isso vai me fazer voltar, como tantas outras vezes. Não pense que ainda temos alguma coisa. Pois não temos, não mais, nunca mais. Agora te olhando assim, vejo que tu foi uma perda de tempo. Tu foi os quinze minutos mais duráveis e desnecessário da minha vida. Confundi um moleque com um homem. Achei que tu seria o suficiente para mim. Que me aguentaria, em relação a tudo, mas nem nisso tu foi capaz. Realmente o erro foi meu. Você não merece a mim, talvez agora, o meu desprezo, quem sabe. E na real, eu tenho vergonha quando você passa e minhas amigas comentam: "Aquele dali já foi teu namorado". (ab-usada)
Deixe-me aqui. Eu estou bem. Se me recuperei? Não, ainda não. Mas pode deixar, logo mais me recupero. Logo mais vera novamente aquela menina que todos fugam forte, inalcançável e distante. Vai passar, eu sei que vai. Talvez não agora, mas vai passar... nenhum sofrimento é eterno, não é mesmo? Nenhuma dor insiste por muito tempo quando percebe que é esquecida, talvez não esquecida, mas ignorada sim.
Não sei o que te dizer, não sei o que dizer a mim mesma, não sei o que dizer a ninguém. Quero colo e um alguém que me console diante aos meus soluços.
Não sei o que te dizer, não sei o que dizer a mim mesma, não sei o que dizer a ninguém. Quero colo e um alguém que me console diante aos meus soluços.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Você gostava tanto de mim, um tanto tão grande e de um jeito tão diferente. Pena que isso não foi o suficiente para me fazer ficar. Não foi suficiente para me fazer abolir os receios, e simplesmente me entregar. Não foi o suficiente para eu largar mão de ser pessimista. Você foi algo tão bom que me aconteceu. Você me quis, me aceitou de todas as formas, e o mais estranho, me amou. Sim, você me demostrou isso, se declarou milhares de vezes, passou como Você sempre esteve lá. Aguardando por mim, esperando minha boa vontade de falar com você, de ir até você. Você me enxergava de um jeito tão profundo... teus olhos desvendava aquilo que eu não dizia. Você me encarava de um jeito, como quem estivesse analisando uma peça rara, era difícil de acreditar que alguém olhava a mim daquela forma, na verdade era impossível. Você sabia perfeitamente quando eu não estava bem, quando estava chateada e de mal com o mundo. Também sabia o que fazer para me alegrar... era incrível, pois quase ninguém era capaz disso. Como você me conhecia tão bem assim? Como sabia tanto de mim assim em tão pouco tempo?
domingo, 22 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Nunca me lidei bem com o sentimento de culpa. Ele sempre vem acompanhada com um, ou dois desejos de querer voltar atrás e de pedir desculpas. Tá ai, outra coisas que não me dou bem. Eu realmente não consigo pedir desculpas, algo se trava dentro de mim e pra destravar meu bem, é complicado. Acabo enrolando e quando vejo, cade o pedido de desculpas? Porém em algumas vezes, eu tenho todo o direito em não dar, essas tais desculpas. É realmente preciso pedir desculpas por ser quem eu sou? Por agir e ser, tudo aquilo que penso e falo. Por não seguir os padrões que a sociedade exige e impõe? Nunca quis entender o do porque as pessoas agem como agem. Eu apenas quero entender por entender, pra quando me perguntarem, talvez quem sabe eu posso dar uma resposta plausível. Mas é só isso. Não é antissocialismo, rebeldia, ou desprezo. Tá, desprezo até pode ser em algumas causas. Mas é que só quero conhecer até onde a educação me manda conhecer, a não ser que desperte meu interesse. Tirando isso, não sou obrigada a conhecer ninguém, a sorrir para o que não quero, a me vestir de acordo com o que todos usam, a ter os mesmos gostos. Não sou legal e na maioria das vezes vou discorda de você, pode até ser por birra. Eu vou discordar. Descordo do que as pessoas gostam, fazem e pensam. É que geralmente as minhas opiniões quase ninguém concordam ou eu não as deixo concordarem. Minhas opiniões são muito minhas. Muito originais, simples, grossas e inaplicáveis. Não nasci para discutir, nasci para ter razão. Não nasci para gradar a todos, nasci pra ser agradada.
No que adiante dizer agora que se importa? Que, no final, que esta enganado era você. Que a nossa separação te fez enxergar que sou eu, que sempre foi eu. Responda-me, do que adianta, se agora é tarde demais pra você. Eu fiz tudo, tudo aquilo que dizia para eu fazer. Todas as quelas palavras e todas as dores que elas me provocaram. Eu me lembro de todas elas
...
— Ela disse que esse colar me traria sorte... — Bella respondeu pensativa.
Ela estava deitada sobre a nossa cama, e analisava o pequeno colar de ouro.
— Então... deixe-me ver se entendi — Comecei enquanto saia do banheiro com a toalha enrolada na cintura — Uma doida te para numa rua deserta de Paris. Lê a sua mão. Faz previsões óbvias e te dá um colar pra ser seu amuleto da sorte... E você ainda acreditou em tudo que ela disse. É isso?
— É. É isso! Você falando assim torna a coisa bem ridícula, sabia?! — Disse-me em tom acusatório. Eu rir de sua cara desolada. — E porque previsões óbvias? — perguntou entortando a cabeça.
— Bem, ela disse que você será uma boa jornalista. Isso é óbvio. Você é muito inteligente. E que terá dois filhos com o homem da sua vida, o que também é óbvio.
— E porque é óbvio? — Perguntou novamente, mas em um tom petulante dessa vez.
— Porque é. Olha, se depender de mim a gente vai ter um time inteirinho de futebol.
— Claro! — Responde-me ironicamente rolando os olhos, logo em seguida começou a rir. E eu a acompanhei. — Ei, quem disse que você é o homem da minha vida, hein?! — Perguntou com as sobrancelhas arqueadas.
— Por enquanto ninguém. — Disse indo em sua direção e puxando-a pelas as pernas para mim. Ela sorriu travessa enlaçando os braços em torno do meu pescoço e as pernas envolta da minha cintura. — Mas pode deixar comigo, eu vou te fazer dizer. — Disse sussurrando ao pé do ouvido dela, enquanto a empresava contra a parede e lhe dava vários beijos. (his-heroin)
— Ela disse que esse colar me traria sorte... — Bella respondeu pensativa.
Ela estava deitada sobre a nossa cama, e analisava o pequeno colar de ouro.
— Então... deixe-me ver se entendi — Comecei enquanto saia do banheiro com a toalha enrolada na cintura — Uma doida te para numa rua deserta de Paris. Lê a sua mão. Faz previsões óbvias e te dá um colar pra ser seu amuleto da sorte... E você ainda acreditou em tudo que ela disse. É isso?
— É. É isso! Você falando assim torna a coisa bem ridícula, sabia?! — Disse-me em tom acusatório. Eu rir de sua cara desolada. — E porque previsões óbvias? — perguntou entortando a cabeça.
— Bem, ela disse que você será uma boa jornalista. Isso é óbvio. Você é muito inteligente. E que terá dois filhos com o homem da sua vida, o que também é óbvio.
— E porque é óbvio? — Perguntou novamente, mas em um tom petulante dessa vez.
— Porque é. Olha, se depender de mim a gente vai ter um time inteirinho de futebol.
— Claro! — Responde-me ironicamente rolando os olhos, logo em seguida começou a rir. E eu a acompanhei. — Ei, quem disse que você é o homem da minha vida, hein?! — Perguntou com as sobrancelhas arqueadas.
— Por enquanto ninguém. — Disse indo em sua direção e puxando-a pelas as pernas para mim. Ela sorriu travessa enlaçando os braços em torno do meu pescoço e as pernas envolta da minha cintura. — Mas pode deixar comigo, eu vou te fazer dizer. — Disse sussurrando ao pé do ouvido dela, enquanto a empresava contra a parede e lhe dava vários beijos. (his-heroin)
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
No dia seguinte, Bella se espreguiçou e buscou Edward com uma das mãos. O lugar ao seu lado esta va vazio, e ela abriu os olhos. A porta do banheiro não estava de todo fechada e pôde ouvi-lo no banho. Olhou o relógio com um sorriso satisfeito e vagaroso. Eram quatro da tarde.
Mais cedo, naquele mesmo dia, Edward havia voa do com ela a Marrakech para o café-da-manhã em um fabuloso e tradicional hotel. Depois, a levou para co nhecer uma das mais populares feiras do Marrocos, também naquela cidade. Tinham retornado para o castelo nas montanhas na hora do almoço. No terra ço, onde foi servida a refeição, eles se sentaram sob as árvores e desfrutaram do ar primaveril do deserto.
Bem antes de o último prato chegar, eles já haviam saído da mesa para fazer amor.
O telefone tocou na cabeceira da cama. Havia no tado que Edward nunca deixava de atender a qual quer ligação. Após um segundo de hesitação, ela al cançou o aparelho e o atendeu. Uma enxurrada de pa lavras estrangeiras a fez perceber que sua intenção de ser prestativa fora em vão.
— Perdão ... em que posso ajudá-la — perguntou Bella em inglês.
— Quem é você? Alguma secretária nova? — A mulher do outro lado da linha perguntou rispidamente. — Passe-me para o meu noivo.
Bella franziu a testa, confusa:
— Seu noivo? Quem gostaria de falar com ele?
— Tania. Quem mais? — A mulher respondeu com escárnio. — Vamos, chame logo ele... Não tenho o dia todo!
Bella pôs o telefone na cama com a mão trêmula. Descobriu que não estava conseguindo respirar di reito. Curvou-se como se tivesse levado um soco no estômago. Devia haver algum mal-entendido, pen sou. Talvez a mulher estivesse brincando ou mentin do, por alguma razão. Afinal, Edward não seria capaz de enganá-la de forma tão vil. Seria? Não podia ser tão ingênua. Podia? Percebeu, com o coração aperta do, que nunca havia perguntado se ele tinha alguma mulher. No entanto, Edward sabia que ela acreditava que ele fosse solteiro.
Levantou-se e vestiu o penhoar de seda turquesa que havia posto mais cedo. Enquanto amarrava o laço sobre a cintura com mãos trêmulas, pelo fone que ha via deixado apoiado na cabeceira, ouvia a mulher que continuava falando com irritação e raiva.
Edward apareceu com uma toalha enrolada na cin tura. Ela apontou para o telefone:
— Tania está na linha.
Ele ficou imóvel por apenas uma fração de segun do e os traços do rosto elegantemente bronzeado e belo não o traíram nem por um instante. No entanto, naquele momento Bella soube que não havia ne nhum mal-entendido, nenhuma piada ou mentira: o homem por quem havia se deixado apaixonar louca mente estava comprometido com outra mulher. A temperatura do corpo despencou e ela começou a suar frio. O choque era tamanho que o estômago co meçou a provocar desconforto em Bella.
Edward lançou um olhar arguto para ela. Estava pálida. Ele não conseguia se concentrar na conversa com Tania, que, como sempre, estava relacionada com um dos temas extravagantes e inapropriados da festa de casamento. Não tardou muito a encerrar a conversa e dispensar a noiva. Pôs o telefone no gan cho e se voltou para Bella.
— Não era desta maneira que você deveria saber sobre Tania — lamentou ele. — Mas até você vir para cá, acreditava que já soubesse da existência dela. Meu noivado é do conhecimento de todos.
— Mesmo assim, tinha que ter me contado.
A voz quase lhe faltou, pois a cada palavra que ele pronunciava, o pesadelo se tornava ainda mais real e mais difícil de suportar.
— Tinha a intenção de contar a você quando vol tássemos para Londres.
— Depois de ter se divertido à vontade? — ironi zou ela, sentindo-se extremamente humilhada. — Há quanto tempo está noivo?
— Há uns dois meses. Não vi razão para introme ter esse assunto entre nós.
Bella estava decepcionada demais com a desco berta e apenas conseguiu balançar a cabeça, incrédula com o argumento dele. A conversa tinha sido um ver dadeiro nocaute, pois a reação dele estava sendo inver sa ao que ela havia imaginado.
Edward não estava se desculpando ou inventando desculpas. Na verdade, nem ao menos assumia o pró prio erro.
— Quero que pense a respeito e considere o fato de que o que tenho com Tania não tem nada a ver com a relação que tenho com você.
Uma risada cáustica e mortificada saiu da boca seca de Bella:
— Não preciso que me digam isso. Posso não ser muito sofisticada, mas mesmo uma pessoa como eu sabe a diferença entre um anel de noivado e o equiva lente a um fim de semana promíscuo e sujo!
O corpo enérgico de Edward se enrijeceu.
— Não foi isso que aconteceu entre nós.
— Não sei o que aconteceu entre nós, pois desde o primeiro dia tenho vivido uma mentira — anunciou Bella violentamente. — Por que me envolveu nesta situação tão sórdida? E para que quer ficar noivo se não pretende ser fiel?
— Talvez porque fidelidade não seja tão impor tante para algumas pessoas como é para você — reve lou Edward. — Só posso garantir que minha cons ciência está tranquila com relação ao meu noivado.
— Bem, o problema é seu ... e da sua noiva, que deve estar tão desesperada que aceitou essas condi ções. Mas, pelo menos, ela teve escolha.
Bella o olhava, admirada com a expressão im passível dele e com a teimosa recusa em admitir que havia cometido um erro.
— Eu não tive essa chance. Você mentiu para mim...
— Não contei nenhuma mentira — insistiu ele.
— Mentiu ao omitir a verdade.
Placas vermelhas coloriram as bochechas de Bella, tamanha era a raiva que sentia.
— Ontem à noite, você sabia que eu não imagina va que estivesse noivo, pois deixei claro que não estaria com você se não fosse solteiro. Mas você prefe riu ficar calado.
— Tínhamos acabado de fazer amor. Não vi senti do algum em desapontar você aqui, tão longe de casa.
Foi naquele preciso momento que Bella perdera a paciência, pois ficou claro que Edward era muito teimoso.
— Em outras palavras, pôs seu conforto em pri meiro lugar e decidiu que seria melhor me fazer de tola. Em nenhum momento se preocupou se eu estava traindo meus valores ao me envolver com um homem que está planejando casar com outra mulher. Ou se ofato de saber que nossa relação não é algo especial e único me deixa enojada!
O rosto bonito dele estava rígido, contrariado.
— Claro que me preocupei. Mas não dá para viver a vida toda seguindo regras tão rígidas.
— Principalmente se essas regras se chocam com os desejos do sr. Edward Cullen, não é verdade? — Bella o confrontou. — Tenho bons motivos para respeitar os valores que escolhi seguir.
Edward a analisou com olhos brilhantes e in tensos.
— Há muito tempo não desejo uma mulher como desejo você. Desistir da nossa história nunca foi uma opção.
— E, obviamente, estamos falando apenas de sexo, pois meu irresistível poder de sedução não é su ficiente para impedir que você se case com outra pes soa. O curioso é que antes me acusou de não saber me comportar. Não acha que tinha o direito de saber que seria apenas um caso passageiro, um fogo de palha? Se tivesse algum respeito por mim, não teria me tratado maneira!
— Você está equivocada. O que senti por você foi atração explosiva. E não acredito que negar sentimentos torne alguém uma pessoa melhor.
Com esta réplica pungente, Edward foi até o closet e pegou uma roupa limpa para vestir.
— Conversaremos sobre isso quando estiver mais calma. Acho que discussões são perda de tempo e de energia.
— Não me importa o que acha. Quero apenas que me arranje um jeito de sair daqui o mais rápido possível. — Ela ergueu o queixo e reuniu todo o seu orgulhopara esconder a dor que sentia. — Também não voume importar se tiver que ficar horas no aeroporto esperando pelo próximo vôo para Londres.
— Isso é loucura. Por que vai embora? Não faz sentido dizer que o que existe entre nós é casual — insistiu Edward veementemente. — Quero você na minha vida.
— Sinto dizer que esse é um daqueles raros casos em que você não consegue o que quer.
Os olhos chocolates de Bella cintilavam cheios de censura.
— Não vou deixar você ir embora.
— Não tem escolha.
Bella escancarou a pequena mala que havia levado e começou a guardar os poucos itens que trou xera de casa. Ela o odiava, porém a aterrorizava o fato de que a imagem angustiante dele nos braços de outra mulher a torturava lentamente. Para se manter sã, tratou de permanecer ativa e prática.
Edward observou-a empilhar seus pertences. Não gostava de confrontos emocionais. Não lidava com emoções, ponto final. Nunca havia se metido em con fusões amorosas ou em promessas e muito menos deixado se levar por histórias com finais felizes para sempre. Mas sabia que ela acreditava naquilo tudo e que a tinha magoado. Preferia dar um tempo para que ela se acalmasse. Não acreditava que ela fosse, sim plesmente partir e abandoná-lo.
Uma hora depois, Emmet o informou que Bella estava no salão principal com a bagagem. Edward fi cou olhando para a tela do computador e se deu conta de que não havia feito nada durante todo aquele tempo.
Vestida com uma blusa branca e uma saia jeans e com os gloriosos cabelos presos na nuca, ela estava de pé, em frente à janela.
— Entendo que esteja decepcionada, mas acho que poderia ser mais flexível — disse Edward terna mente.
— Edward ... — sussurrou Bella, interrompendo-o. — Ser flexível é apenas uma forma diferente de dizer ser usada por você, e não sou masoquista. Mas já cheguei à conclusão que tudo o que aconteceu en tre nós não foi inteiramente culpa sua. Tenho minha parcela de culpa também.
Os olhos verdes semicerraram-se.
— Como assim?
Bella queria contar a ele sobre Alice, porque es tava convencida de que seria a última vez que o veria.
— Para que você entenda, tenho de voltar nove anos no tempo, que foi quando vi você pela primeira vez. Tinha 14 anos.
Edward estava intrigado.
— A primeira vez? Como? Onde?
— Você visitou minha irmã gêmea na clínica para crianças.
Ele franziu a testa, desconcertado.
— Em uma clínica?
— O nome dela era Alice... e, não, você não repa rou em mim em nenhuma das visitas. Era apenas uma das fãs no meio das pessoas em volta do carrinho de chá. Minha irmã tinha leucemia e pouco tempo de vida. Um dia, você voltou com o cantor da banda favorita dela. Alice ficou exultante. Você era o ídolo dela e naquele dia se tornou o meu também, por ter sido tão generoso e bondoso com ela.
Edward estava chocado com o que ela lhe dizia. Também perdera uma irmã gêmea quando era adoles cente, mas era um assunto proibido para ele. Além disso, aquela revelação havia conseguido penetrar sua armadura de homem frio e calculista. Ele era o herói dela. Aquilo era mais doloroso que uma surra.
— Sua irmã, Alice, morreu?
Bella fez que sim, estampando a tristeza nos be los olhos.
— Sinto muito. Durante anos visitei centenas de crianças. Infelizmente não me lembro dela — admi tiu ele.
— Faz muito tempo. Não esperava que se lembras se. Apenas queria que soubesse que mesmo que tudo dê errado entre nós, no campo pessoal, sempre serei grata por você ter feito minha irmã tão feliz enquanto estava viva.
— Não quero sua gratidão, pedhi mou. Esse tipo de gratidão é algo que nunca quis de ninguém.
— Mas, pelo menos, espero que isso explique o motivo que me fez ter agido tão impulsivamente, quando, finalmente, tive a chance de falar com você pessoalmente. Tinha essa falsa imagem da sua pessoa — uma imagem imatura, infantil. E sei que acabei causando a impressão errada também.
— Theos mou ... Não diga isso, não é verdade.
— Preciso ir.
Bella não se permitia voltar a encará-lo. Emmet já lhe havia avisado que o helicóptero a aguardava para levá-la até o aeroporto. Edward tinha o poder de deixá-la débil e hesitante, mas estava determinada a ser forte e ir embora com dignidade.
— Você não me causou nenhuma impressão erra da — rebateu ele. O sotaque estava mais carregado do que de costume. — Quando vi você, o estrago já estava feito. Meu instinto de caçador é muito forte e quanto mais você resistisse mais eu a desejaria. Me desculpe por ter magoado você. Mas pense bem antes de ir embora e dar as costas ao que temos juntos. Algo tão especial não se encontra com facilidade.
— Mas foi uma farsa — rebateu ela, com tanta amargura que precisou lutar para esconder.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Quem se iludiu aqui fui eu, quem pois todas as fichas em um futuro incerto fui eu, quem criou falsas esperanças, também fui eu. E nem posso te culpar por ser um canalha conquistador. Eu caí na tua, mesmo sabendo como tu agia, mesmo sabendo da tua fama. Fui tola. Cheguei a pensar que com você as coisas dariam certo — que você veria em mim, tudo aquilo que você sempre quis— que seriamos diferentes. Que iriamos passar do "você e eu", para nos. Eu me dei, fui ao extremo com você e por você. — Meu bem, eu nunca fui de fazer isso com ninguém — Eu quebrei a cara. Apostei e saí perdendo. E o engraçado disso tudo é que eu sei como as coisas realmente são e ainda deixo-as saírem do controle. É que com você não consigo parar pra pensar, não consigo raciocinar com teus lábios sobre os meus, tuas mãos explorando meu corpo e teu copro másculo se imprensando contra o meu. E quando vou ver: já fui, já fiz e já era. Pronto, ta feito. Meu Deus! o que acontece comigo na presença deste homem? O que, ainda me faz acreditar que ele me deseja, assim tanto quando eu o desejo? E que vai me levar a sério? Que irar ser somente meu. Mais que porra de efeito é esse que só ele é capaz de exalar em mim? Eu tenho que por dentro da minha cabeça que esse nosso "caso" nunca vai dar certo e que nunca vamos sair da primeira pagina. Nunca, nunquinha. Não nascemos para ficarmos juntos... não mesmo. Mas ainda sim, o que tem em você que me faz querer-te ainda mais? Porque quando me tomas, esqueço de tudo o que já fez comigo? Porque contigo as dores ficam nulas, quase imperceptíveis? Mais que porra você faz? Diz para mim, vai... diz. Diz porque eu ainda continuo dando tudo por nada. (his-heroin)
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
finalzinho do texto.
Eu poderia ter sido a garota dos teus sonhos. Eu poderia ter sido tudo aquilo que você sempre quis, tudo o que você esperou de mim eu poderia facilmente te dar. Te apresentaria minha melhor parte, a agradável. Mostraria pra você que nem só de ironia sou feita. Eu simplesmente me derretia com a forma que você me tratava... não demostrava, é claro, mas adorava. Você conhecia todos os meus defeitos, minhas falhas, meus medos. Sabia te tudo e mesmo assim me queria, queria a mim. Deseja a mim, procurava a mim, ocorria-se a mim. Você gostava tanto de mim, um tanto tão grande e de um jeito tão diferente. Eu queria que isso não fosse o suficiente para me fazer ficar, me fazer te querer da mesma forma. Não foi suficiente para me fazer abolir os receios, e simplesmente me entregar. Não foi o suficiente para eu largar mão de ser pessimista. Você foi algo tão bom que me aconteceu. Você me quis, me aceitou de todas as formas, e o mais estranho, me amou. Sim, você me demostrou isso, se declarou milhares de vezes, passou como Você sempre esteve lá. Aguardando por mim, esperando minha boa vontade de falar com você, de ir até você. Você me enxergava de um jeito tão profundo... teus olhos desvendava aquilo que eu não dizia. Você me encarava de um jeito, como quem estivesse analisando uma peça rara, era difícil de acreditar que alguém olhava a mim daquela forma, na verdade era impossível. Você sabia perfeitamente quando eu não estava bem, quando estava chateada e de mal com o mundo. Também sabia o que fazer para me alegrar... era incrível, pois quase ninguém era capaz disso. Como você me conhecia tão bem assim? Como sabia tanto de mim assim em tão pouco tempo? Eu poderia estar com você agora. Desculpe se não consegui corresponder as tuas expectativas. Me perdoa se eu te deixei ir embora. Aquelas desculpas patéticas que eu te dava pra não aceitar as tuas investidas, era apanas pretextos. Pois eu sabia no que ia dar, no que ia acontecer... eu sabia. Desculpa-me se fui uma filha da puta mesquinha e medrosa. Tive medo e te deixei partir. Você deu o seu máximo a alguém que não queria nada e você sabia disso, mesmo assim persistiu. Você era o cara certo e eu deveria ter dizer isso. Você não pode ir embora pensando que foi um nada na minha vida, assim como eu demostrar.
He asked me to marry him…as a joke, though. Well, at least I think so…I love Rob because he always wants to be the best. He can be very childish. When Rob does something right or wins something, he talks with a different, little voice, like a 5 year-old. He’s sexy in a tortured artist way. This might be because he’s British. He’s tall, looks like he’s thinking all the time and is incredibly funny. Every time he looks into a mirror, he sees something wrong with his hair. I love the way he sings, it breaks my heart. Rob’s also a very bad liar, he just can’t do it!
He’s so picky. I was the first person who got him to eat sushi. He’s very set in his ways.” - Kristen Stewart.
He’s so picky. I was the first person who got him to eat sushi. He’s very set in his ways.” - Kristen Stewart.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Pois tudo isso que aparento ser, pouco sou. De tudo que falo, nada é o que eu realmente penso. De todos que pensam me entender, menos um realmente sabe como sou. E os que pensam que acham que me entende, finjo confirma. Assim sou, bem camuflada. Uma perfeita incógnita. Não gosto de me dizer por aí, tenho preguiça demais e você não entenderia nem um bocado do muito que posso ser.
Eu tenho pensado tanto em você ultimamente. A sua presença domina minhas noites, e assombra os meus sonhos, me trazendo de volta um passado que eu queria tanto esquecer. Já fazia tempo que eu não me lembrava do seu sorriso, seu toque, seu abraço.. Mais acho que de tanto querer colocar outro alguém no seu lugar, não consigo te tirar da minha cabeça e muito menos do meu coração. Mesmo depois de tudo o que aconteceu, mesmo depois de tudo o que você me fez, o sentimento ainda mora aqui. Eu procurei tantas maneiras de te esquecer.. Fumando pra tentar te tirar da minha cabeça, mais isso só me fez ter certeza do meu amor. Beijar outras bocas, mais só me fez lembrar mais do seu sabor. Tocar outros corpos, mais nenhum deles se compara a sua pele. Até tentei chamar outra pessoa de amor, mais não soou tão verdadeiro quanto eu dizia pra você. As coisas mudaram em tão pouco tempo, meses atrás você era meu melhor amigo, meu companheiro, meu amor, meu amante.. E hoje? Não passamos de dois desconhecidos que mal de olham, quando passam um do lado do outro. Mas talvez seja melhor assim.. Um longe do outro. Mais eu confesso sinto tanto a sua falta, tanta saudade. Dói tanto saber que você jogou tudo o que vivemos fora, e nem se quer se arrependeu. Eu te dei tudo de mim, dei meu máximo, me entreguei de corpo e alma.. E quer saber qual a melhor parte do meu dia? É a noite quando eu posso colocar a cabeça no travesseiro, e pedir a Deus pra te proteger. Agente era tão feliz você lembra? Agente se amava. Eu sinto tanto a sua falta.. Não canso de repetir isso pra mim, mesmo sabendo que o melhor mesmo é te esquecer. Eu estou me sentindo tão ridícula de estar chorando por alguém que neste momento, está ao lado de outra, e nem sabe que eu existo mais. Eu to com tanta vontade de discar o seu numero, e te falar tudo que está entalado aqui.. Tudo que eu tanto quis falar e você nunca quis ouvir. Quando eu disse que te amava eu nunca menti, sempre disse a verdade… Mesmo você nunca colocando muita fé no meu sentimento. Eu me lembro como se fosse hoje nosso primeiro beijo, a primeira vez que você disse que me amava. Eu me lembro de tudo, cada detalhe. Eu juro que queria te esquecer, queria realmente te tirar da minha cabeça mais não consigo. Quando eu penso estar te esquecendo alguém passa com o seu perfume, alguma lembranças vem a minha cabeça, ou então você aparece.. Distante. Eu queria tanto ser igual a você. Esquecer tudo o que aconteceu da noite para o dia, namorar outra pessoa e ser feliz. Queria tanto. Mas não consigo jogar o mesmo jogo que você, e talvez tenha que te dar os parabéns por isso. E também parabéns por fingir tão bem, amar alguém… Você fingiu muito bem, conseguir arrastar isso por 365 dias. E de repente você desistiu. Desistiu porque foi fraco, foi menino, dou inconsequente e nunca reconheceu tudo o que eu fiz por você. Mais hoje a única coisa que te desejo é sorte. Sorte nessa sua nova vida, que infelizmente (ou não) eu não vou participar. Te desejo toda a felicidade do mundo até porque apesar de tudo, você merece. E eu ainda espero que chegue o dia que você olhe para trás, e veja que eu dei meu máximo.. Eu era a pessoa certa.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Parei. Sei lá... não dizem que quando nos distraímos a sorte resolve parecer e nos surpreende? Então, eu tô acreditando nisso. Cheguei ao meu limite, entende. Não sinto mais dor e nem medo. Essa falta incontida que nunca vai ser preenchida, essas vontades que nunca irão ser saciadas e, principalmente essa necessidade desfreada de te ter aqui. Passo, tudo isso se foi. E eu não sei pra onde foi, só sei que tô aproveitando para me ver livre delas. Não sinto raiva de ti, não sinto mais aquela vontade de chegar em você e perguntar que fim nos demos. Eu não sinto mais nada relacionado a você. - As vezes bate uma saudade. E é uma saudade sem dor, sem querer trazer o passado para o presente e apresenta-lo ao futuro - Quero mergulhar novamente em um mar desconhecido, pois assim sou. Tenho esse desejo dentro de mim, não posso apaga-lo como quem apaga um rabisco de um papel em branco. Quero sentir aquele friozinho na barriga, as mãos suadas, pernas bambas, coração acelerado... tudo de novo. E em dobro, triplo, quadruplo e assim a diante. Eu sei que por ai existem outras pessoas, outros risos, outros cheiros, outros amores. Não vou me prender aquele passado. Não quero perder a capacidade de sentir. Não posso deixar intacta a mania de amar o desconhecido. Então eu estou bem. Ultimamente eu só quero o melhor das melhores coisas. Porque não adianta ficar realçando e dando tanto atenção assim aos problemas, as dores de cabeças e os is sem pingos. - E nem vou falar das crises de existências - Eu só quero que as coisas acabem bem, bem para mim. Isso é egoísmo demais da minha parte?
domingo, 15 de janeiro de 2012
Se eu te ligar as exatas 03:11 da madrugada, atenda. Não se irrite, não me trate mal por te ti acordado do teu vigésimo sono. E que mesmo de longe, a tua voz me passa segurança e tranquilidade. É que você possui um efeito sobre mim que me deixa assim, tão necessitada a você. E eu sempre vou me correr para você, o calor dos teus braços me aquece de tal forma. Me perto naquele pequeno espaço.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Queria que você soubesse que adoro o jeito que você sorrir, quando olha pro lado... ou quando para pra ajeitar o cabelo. Queria que você soubesse que suas piadas são horríveis — as piores, as mais sem noção e sem sentidos. Porém são as únicas que me faz cair na gargalhada. Queria que você soubesse que esse teu jeito tosco, idiota e todo errado é fascinante. Queria que você soubesse que as tuas tentativas patéticas de me fazer sorrir, não funcionam... pois sempre faço muito mais do que sorrir. Queria que você soubesse que preciso muito de você, e até demais[...] Queria que você soubesse que minto, e minto muito bem, quando digo que não penso em você, em nós... e que o fato de não para pra conversar comigo, dói. Queria que você ao menos entese meus sinas, que procura-se entender que sou assim, toda errada e que não consigo demostrar facilmente... que não consigo e simplesmente não consigo caralho. E me frusto por isso. Queria que você soubesse que, eu te quero e quero muito. Te garanto que não é pouco.
Tinha me prometido parar de pensar tanto em você, em nós. Olha, eu tentei. Tentei de todas as formas possíveis. Fui atras de quem pudesse me fazer te esquecer, por ao menos alguns estantes, umas noites. Procurei me ocupar em afazeres sem sentidos. Entrei em conversas banais. Conheci pessoas que, sinceramente preferia nunca ter trocado duas palavras. Eu tentei tá! Só que eu não consegui, fui fraca e falhei tentando te esquecer. Porque... todos os lugares para qual eu olhava, encontrava um pouquinho de você. Entrava em bares, e sempre ouvia a nossa musica. Ou então quando nos esbarrávamos e aconteciam os olhares significativos. Parecia perseguição. Você sempre estava lá, poxa. Tentava te esquecer com outros, mais parece que eles tentavam te imitar. Sempre encontrava neles, uma mania tua. - Se não é o jeito de como sorrir, é o modo como batuca os dedos quando está irritado ou quando olha pro lado e coça os cabelos, em um estado nervoso - Logo depois percebi que nenhum deles era você. Que nenhum deles tende a fazer as coisas que só você sabe fazer. Eu não sei em que parte, que meio ou fim nos perdemos. Só sei que não te encontro mais. É difícil aceitar isso tudo, porque para mim é impossível reconsiderar está ideia. Que acabamos... que terminamos e que cada um vai pro um lado e ponto. Não consigo para de pensar em nos. - E não negue, isso acontece com você também. Percebo pelo o modo como me olha... olha não, devora - Não consigo achar uma saída para este impasse. Não consigo mas nos encontrar. Nos perdemos? É isso mesmo? Olha, eu preciso muito de você, e esses dias longe de você, estão me fazendo enxergar que não é pouco. Eu te preciso aqui. Sei que o nosso futuro é incerto, é que a probabilidade de nos perdemos mais uma vez, é grande. Só que eu quero... e você também quer. Vamos abandonar os medos, os receios, as esperas, o passado. É preciso que você venha nesse exato momento. Não consigo mais esperar... essa ansiedade, saudade, vontade, tremor, calor, fogo... chame do que quiser, mas todos elas anceia por você. Quero com você, dividir mais uma vez meus erros, minhas loucuras, meus beijos, meus momentos, meus orgasmos.... e até meus chocolates.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Cá entre nós: Eu fiz mais do que o devido, né. Fiz valer a pena por nós dois. E esse foi o erro, te querer mais que o devido; mais que o combinado. Te dei mais do que essa tua alma de moleque conseguia aguentar. Não deveria ter sido isso tudo que fui, para você. Não deveria ter me dado por inteira e, realmente não deveria ter cometido certas coisas com você. — Ainda me pergunto, até em que ponto você era aquilo o que eu via, ou aquilo que eu queria ver em você — Eu deveria sim, ter caído fora enquanto era tempo, enquanto tinha as coisas sobre meu controle. Enquanto não misturava as coisas, enquanto não envolvia os sentimentos. Enquanto você era apenas mais um. Enquanto aquilo não passava de um mero caso. Eu não deveria senti falta, né? O nosso prazo de validade se esgoto. Eu não sei que nome dar para o que tivemos, depois de tudo. Só sei que restaram alguns fragmentos, e eu não sei o que sobro... só sei que alguma coisa restou. E essa coisa não quer ir embora. Sobro uma saudade absurda de você — Das tuas investidas, tuas mão bobas... teu jeito safado e sem vergonha, que logo me fez quer. As besteiras sussurradas ao pé de meu ouvido. Os beijos, os cheiros, as farras, as noites mal dormidas. Aquele cheiro característico, alá Fernando: de tabaco, trident e bebidas que eu tanto adorava e odiava. Até o modo como qual você ria. Ria descaradamente, eu adoro o som da tua risada. É tão gostosa — um vazio... incomodo. É engraçado como isso tudo dói e de como sinto a tua falta. Não era só um caso? Umas noitadas? Uns momentos? Penso, repenso e trepenso em você e aí fodo com tudo outra vez. Porque diabos não sai de mim? Porque raios insiste em me perseguir por pensamentos? Já não terminamos tudo, então... Vai embora. Não visto mais minha fantasia de otária, não corro mais atrás de quem não sente a minha falta, não choro por filhos da puta que se esfregando com vagabundas por ai. Não faço mais isso, me aposentei dessa função. Mas assim mesmo, sabendo de todos os teus pós e contras, sinto vontade de te ter, mais uma vez. E pior, é que eu gosto. Gosto desse teu jeito torto e todo errado. Todo esfarrapado, sem se importar no que os outros estão pensam. Esse teu jeito meio filho da puta. A forma falha como você tenta me fazer rir, e de como acaba conseguindo[...] Eu queria te encontrar. Queria não gostar tanto dos teus defeitos, queria não me acostumar com teus erros. Queria ficar longe... distante, sebe; bem distante. Para não correr o risco de me viciar ainda mais, e me entregar logo para ti. Assim... de mão beijada.
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