Não deixe ninguém te derrubar. Seja forte, siga em frente e muitas vezes até finja que nada aconteceu.
terça-feira, 20 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
- Achei que você veio aqui para acertamos as coisas, por elas em ordem, deixar de lado os discussões... todos casais tem discussões. E nós não seriamos diferente. Achei que viesse aqui para por as cartas na mesa, esclarecer pontos cegos a mim e ficar comigo. - disse tudo de uma vez só, era bom que ela soubesse o que eu sentia, o que eu queria. Até então ela permaneceu de cabeça baixa, brincando com o anel anular que tinha ali.
- Você acha demais... esse é o seu maior problema, não defeito. Você achou que eu queria essas coisas, que queria engatar em um relacionamento... eu te disse que não queria compromisso, mais de mil vezes te falei para parar com isso. Eu não sirvo para essas coisas, não sei lidar com isso. - enfim levantou a cabeça e me encarou com os olhos cheio de lágrimas. - Você é incrível, perfeito, educado, carinhoso... mais não é para mim, não me serve.
E me deu as costas, pegou a bolsa que estava jogada no chão e ajeitou e saiu adentre a porta. Nem ao menos se virou a mim ou disse um adeus. Ela foi decidida... saiu sem dizer nada. Nem se despediu... nem um adeus. Porque eu sabia, sabia que não haveria mais, nunca mais.
- Você acha demais... esse é o seu maior problema, não defeito. Você achou que eu queria essas coisas, que queria engatar em um relacionamento... eu te disse que não queria compromisso, mais de mil vezes te falei para parar com isso. Eu não sirvo para essas coisas, não sei lidar com isso. - enfim levantou a cabeça e me encarou com os olhos cheio de lágrimas. - Você é incrível, perfeito, educado, carinhoso... mais não é para mim, não me serve.
E me deu as costas, pegou a bolsa que estava jogada no chão e ajeitou e saiu adentre a porta. Nem ao menos se virou a mim ou disse um adeus. Ela foi decidida... saiu sem dizer nada. Nem se despediu... nem um adeus. Porque eu sabia, sabia que não haveria mais, nunca mais.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Se minhas mãos escrevessem tudo que meu coração sente, conseqüentemente ficaria aqui até você acordar.
Porque é, e sempre será assim. Tentamos, de todas as formas, corremos, andamos, paramos enguiçamos, fazemos de tudo e não saímos do mesmo lugar. Damos nós e mais nós, cortamos caminhos e sempre nos encontramos no ponto de partida. Na mesma merda. ,
E você não merece isso, não merece a mim. E de coração, se é que tenho um... eu só quero que outra consiga te fazer o que eu nunca fui capaz de fazer. Que você tenha tua aquilo que sonhou e que merece. Algum idiota dize que amor é quando você tem todos os motivos para desistir de alguém e não desiste.
amor é quando você quer o melhor para a outra pessoa, mesmo você não tendo nada de melhor e muito menos sendo o melhor. Amor é quando você para de pensar em si mesmo e ponhe em primeiro plano o outro alguém. E esse meu alguém é você. Mesmo nunca tendo demostrado, é você, sempre foi e sempre será você.
Porque é, e sempre será assim. Tentamos, de todas as formas, corremos, andamos, paramos enguiçamos, fazemos de tudo e não saímos do mesmo lugar. Damos nós e mais nós, cortamos caminhos e sempre nos encontramos no ponto de partida. Na mesma merda. ,
E você não merece isso, não merece a mim. E de coração, se é que tenho um... eu só quero que outra consiga te fazer o que eu nunca fui capaz de fazer. Que você tenha tua aquilo que sonhou e que merece. Algum idiota dize que amor é quando você tem todos os motivos para desistir de alguém e não desiste.
amor é quando você quer o melhor para a outra pessoa, mesmo você não tendo nada de melhor e muito menos sendo o melhor. Amor é quando você para de pensar em si mesmo e ponhe em primeiro plano o outro alguém. E esse meu alguém é você. Mesmo nunca tendo demostrado, é você, sempre foi e sempre será você.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Provavelmente já deve estar acordado, é claro, e também já deve ter percebido.
Você tem que entender que eu não sei lidar com essas coisas: demostrações, carinho, amor... eu simplesmente me perco quando me pedem para fazer tais coisas. Desculpe, mais não me ensinaram isso. E você quis me ensinar, só que não dá para ensinar o que se aprende no jardim de infância a pessoa que já se encontra no
Porque te ver sofrer já doí e saber que eu sou a causa desse sofrimentos doí mais ainda. Corroí no fundo de minha alma, se é que tenho uma. Eu não sei lidar com essas coisas, meu amor. Espero que você não sinta a minha falta.
Esse sumiço é diferente dos outros, eu não irei voltar como fazia antes. Vou embora para sempre, e se um dia voltar a te procurar será porque de saudade não aguento mais viver, mais é provável que não volte por isso. Porque é isso que vou levar comigo, saudade. Saudade de ter você me ligando pra saber se cheguei bem, pra saber se acordei ou ouvir a minha voz, como tantas vezes você fez.
Desculpas não falem mais nada para o que eu estou te fazendo.
Me perdoe por tudo que te infligir, pelas as poucas coisas boas e a quantidade das ruins. Me desculpe por ser covarde e me esconder atrás dessas palavras, nenhuma delas chega perto do que eu estou sentindo.
Sei que estou sendo covarde por me esconder atrás dessas palavras, mais amor... eu não conseguiria te dizer tais coisas na tua cara. Iria fraquejar e te implorar para ficar, para me aceitar de volta.
Você tem que entender que eu não sei lidar com essas coisas: demostrações, carinho, amor... eu simplesmente me perco quando me pedem para fazer tais coisas. Desculpe, mais não me ensinaram isso. E você quis me ensinar, só que não dá para ensinar o que se aprende no jardim de infância a pessoa que já se encontra no
Porque te ver sofrer já doí e saber que eu sou a causa desse sofrimentos doí mais ainda. Corroí no fundo de minha alma, se é que tenho uma. Eu não sei lidar com essas coisas, meu amor. Espero que você não sinta a minha falta.
Esse sumiço é diferente dos outros, eu não irei voltar como fazia antes. Vou embora para sempre, e se um dia voltar a te procurar será porque de saudade não aguento mais viver, mais é provável que não volte por isso. Porque é isso que vou levar comigo, saudade. Saudade de ter você me ligando pra saber se cheguei bem, pra saber se acordei ou ouvir a minha voz, como tantas vezes você fez.
Desculpas não falem mais nada para o que eu estou te fazendo.
Me perdoe por tudo que te infligir, pelas as poucas coisas boas e a quantidade das ruins. Me desculpe por ser covarde e me esconder atrás dessas palavras, nenhuma delas chega perto do que eu estou sentindo.
Sei que estou sendo covarde por me esconder atrás dessas palavras, mais amor... eu não conseguiria te dizer tais coisas na tua cara. Iria fraquejar e te implorar para ficar, para me aceitar de volta.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Passei a mão no rosto angustiado. Cara, eu tinha acabado de chegar do trabalho, estava cansado. Quem diabos estava batendo na minha porta há uma hora dessas? E porque estava batendo na minha porta? A porra do porteiro servia para quê? E o caralho do interfone? Abri a porta pronto para xingar o desgraçado e me deparo com ela. A desgraçada. Com aquela familiar hesitação, os dentes sobre os lábios e braços cruzados. Não conseguir verbalizar nenhum pensamento embora tivesse uma torrente deles em minha mente e acho que ela se encontrava na mesma situação. Já que nenhum de nos proferia algo, permanecemos assim por uns bons quinzes minutos ou mais, eu não sei direito, não contei. Um encarando o outro. Só me vinha a cabeça que a mulher por quem eu estava sofrendo e terrivelmente apaixonado estava a minha frente. E ela sabia disso, pela a cara dela ela sabia muito bem o que estava acontecendo ali. E isso só aumento a minha vontade de segura-la pelos ombros e sacudi-la até ela me responder o porque tanta confusão, tantos muros entre eu e ela, os sumiços. E porque o celular dessa só dava caixa postal. E porque ela anulava o pouco de esperança que eu tinha sobre a gente, porque tampava todas as saídas que eu encontrava com esforços para a gente. E também de agarra-la e beija-la até os pulmões pedirem por ar. Aperta-la contra mim e sentir o calor daquele corpo minusculo que eu tanto adoro. E por, nem que se fosse a força, enfiar na cabeça dela que nem ela é capaz de me tirar de perto dela. Sussurrar no ponto fraco dela que ela é minha e de mais ninguém. Querendo ou não. Eram tantas coisa que o máximo que eu pudi fazer foi encara-la.
Então ela respirou profundamente:
— Oi, Pedro.
E o timbre daquela voz me penetro, não de uma forma boa, como antigamente era. Trouxe um misto de lembranças, doeu lá dentro, bem no fundo. E foi como se jogasse um balde de aguá fria sobre meu corpo quente e inercio pela a tua visita inesperada. Um choque aparentemente, tanto tempo sem ouvir a tua voz.
— Não vai me convidar para entra? — Perguntou com um sorriso escondido, tipico dela.
— Porque está aqui? — Enfim encontrei a minha voz e fui direto, me contive, mais fui direto.
— Não vai me convidar mesmo para entrar? — Perguntou-me novamente. E eu sabia que ela não soltaria nada ali. "Primeiro as minhas vontades e depois, quem sabe a recompensa."
— Tudo bem, entra.
— Obrigado. — Dito passou por mim, percebi que vestia um moletom azul meu, uma calça jeans e all star. Deu uma olhada no apartamento e se voltou a mim, novamente.
— Então... o que faz aqui? Porque esta aqui? Achei que nunca mais botaria os pés aqui e subir... já estava fora de questão. — Perguntei num tom sarcástico. E mais uma vez os sorriso escondido e a hesitação fizeram parte dela.
— Eu quis vir. — Disse em voz baixa, dando de ombros num gesto leve e ponto uma mecha do canelo atrás da orelha — Queria ver você de novo. — terminou olhando no fundo dos meus olhos.
— Porquê?
Ela não me respondeu. Em vez disso caminhou até mim, sem desviar os olhos dos meus. Quando chegou perto fez menção de tocar meu rosto, não deixe. Segurei seus pulsos envolvidos pelo pano do moletom, queria evitar contato direto com a pele dela, o calor dela. E ela me olhou com um pedido mudo para que eu deixasse ela fazer o que ela queria fazer. E mais uma vez de nada pudi fazer a não ser deixar. Mas ela nunca me olhou daquele jeito... suplicante (...) Então acariciou a minha barba por fazer, tocou meu rosto e fechei os olhos sentindo a textura da pele dela... e o calor que ele exalava. Como um viciado fraco, me deixei levar pelo o toque da pele dela. Colocou uns dedos sobre meu lábios e murmurou:
— Shh... sem perguntas... só por enquanto. Por favor... — Abri meus olhos e a encarei.
Ela até tentou sorrir, pudi ver isso. Mas não consegui; Chorou, coisa que até então eu nunca tinha visto. Ela chorou na minha frente e assim mesmo não desgrudava os olhos dos meus, e em vez de falar, me enlaçou com os braços em um abraço apertado. Eu até fiquei relutante em abraça-la de volta, enquanto descansava a cabeça no meu peito. Mais eu já disse que sou fraco né?
Beijou meu pescoço e me puxou para mais perto. Passando a mão pelos os meus cabelos e percorreu meu rosto com a boca, até chegar nos meus lábios. Primeiro me beijou de leve, mal roçando os lábios nos meus, depois vei com mais voracidade, mais paixão. Sem me dar conta comecei a corresponder as tuas caricias. Minhas mão desceram lentamente até o teu quadril e num impulso só a suspendi. Caminhei com ela no colo até o quarto. A joguei sobre a cama, mas ela veio sobre mim. Devagar, muito devagar, começou a se livrar das roupas. O moletom... o jeans... o sutiã... a calcinha e sem nunca tirar os olhos dos meus. Me deu espaço pra me livrar das minhas roupas; tive um pequeno contra-tempo com a calça o que a fez sorrir de leve. Enfim terminei e percorri aquele corpo por qual estava irrevogavelmente viciado, enlouquecidamente dependente e todas as palavras que acabam com mente. Finalmente ela se aproximou e percorreu com as mãos meu peito, ombro, braços... começou a me apertar junto a si. A gente se apertou um contra o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro. Tendo sufocar a saudade que sentíamos, porque ali pudi percebe que ela esta na mesma situação que a minha, que se encontrava com a mesma fome. Fome de nos mesmo. Perdi o controle, não sei se a machuquei ou não, também ela não reclamou em momento algum. Fizemos amor ferozmente, agarrados desesperadamente um a outro, saciando a qualquer custo a fome e matando a vontade que ameaça nos matar. E dessa vez foi diferente de qualquer ocasião que tivéssemos feito amor antes. Porque cada um de nos estava dolorosamente consciente do prazer do outro, cada toque mais fugaz do que o anterior. Era como se tivéssemos medo do que o futuro traria, parecia que tínhamos a certeza ali estampada a nossa frente que nos perderíamos para sempre, sem voltas. Que aquilo dali era uma despedida. Fizemos de uma tal forma, que com certeza ficaria marcado para sempre na memoria. (...)
Quando estávamos esgotados, e não tínhamos mais força para nada. Ela saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado. Cheguei mais perto dela, e ela me aninhou de forma que tocasse em meus cabelos. E passou as mãos por eles ritmadamente, me fazendo pegar no sono. Mas antes cheguei
Então ela respirou profundamente:
— Oi, Pedro.
E o timbre daquela voz me penetro, não de uma forma boa, como antigamente era. Trouxe um misto de lembranças, doeu lá dentro, bem no fundo. E foi como se jogasse um balde de aguá fria sobre meu corpo quente e inercio pela a tua visita inesperada. Um choque aparentemente, tanto tempo sem ouvir a tua voz.
— Não vai me convidar para entra? — Perguntou com um sorriso escondido, tipico dela.
— Porque está aqui? — Enfim encontrei a minha voz e fui direto, me contive, mais fui direto.
— Não vai me convidar mesmo para entrar? — Perguntou-me novamente. E eu sabia que ela não soltaria nada ali. "Primeiro as minhas vontades e depois, quem sabe a recompensa."
— Tudo bem, entra.
— Obrigado. — Dito passou por mim, percebi que vestia um moletom azul meu, uma calça jeans e all star. Deu uma olhada no apartamento e se voltou a mim, novamente.
— Então... o que faz aqui? Porque esta aqui? Achei que nunca mais botaria os pés aqui e subir... já estava fora de questão. — Perguntei num tom sarcástico. E mais uma vez os sorriso escondido e a hesitação fizeram parte dela.
— Eu quis vir. — Disse em voz baixa, dando de ombros num gesto leve e ponto uma mecha do canelo atrás da orelha — Queria ver você de novo. — terminou olhando no fundo dos meus olhos.
— Porquê?
Ela não me respondeu. Em vez disso caminhou até mim, sem desviar os olhos dos meus. Quando chegou perto fez menção de tocar meu rosto, não deixe. Segurei seus pulsos envolvidos pelo pano do moletom, queria evitar contato direto com a pele dela, o calor dela. E ela me olhou com um pedido mudo para que eu deixasse ela fazer o que ela queria fazer. E mais uma vez de nada pudi fazer a não ser deixar. Mas ela nunca me olhou daquele jeito... suplicante (...) Então acariciou a minha barba por fazer, tocou meu rosto e fechei os olhos sentindo a textura da pele dela... e o calor que ele exalava. Como um viciado fraco, me deixei levar pelo o toque da pele dela. Colocou uns dedos sobre meu lábios e murmurou:
— Shh... sem perguntas... só por enquanto. Por favor... — Abri meus olhos e a encarei.
Ela até tentou sorrir, pudi ver isso. Mas não consegui; Chorou, coisa que até então eu nunca tinha visto. Ela chorou na minha frente e assim mesmo não desgrudava os olhos dos meus, e em vez de falar, me enlaçou com os braços em um abraço apertado. Eu até fiquei relutante em abraça-la de volta, enquanto descansava a cabeça no meu peito. Mais eu já disse que sou fraco né?
Beijou meu pescoço e me puxou para mais perto. Passando a mão pelos os meus cabelos e percorreu meu rosto com a boca, até chegar nos meus lábios. Primeiro me beijou de leve, mal roçando os lábios nos meus, depois vei com mais voracidade, mais paixão. Sem me dar conta comecei a corresponder as tuas caricias. Minhas mão desceram lentamente até o teu quadril e num impulso só a suspendi. Caminhei com ela no colo até o quarto. A joguei sobre a cama, mas ela veio sobre mim. Devagar, muito devagar, começou a se livrar das roupas. O moletom... o jeans... o sutiã... a calcinha e sem nunca tirar os olhos dos meus. Me deu espaço pra me livrar das minhas roupas; tive um pequeno contra-tempo com a calça o que a fez sorrir de leve. Enfim terminei e percorri aquele corpo por qual estava irrevogavelmente viciado, enlouquecidamente dependente e todas as palavras que acabam com mente. Finalmente ela se aproximou e percorreu com as mãos meu peito, ombro, braços... começou a me apertar junto a si. A gente se apertou um contra o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro. Tendo sufocar a saudade que sentíamos, porque ali pudi percebe que ela esta na mesma situação que a minha, que se encontrava com a mesma fome. Fome de nos mesmo. Perdi o controle, não sei se a machuquei ou não, também ela não reclamou em momento algum. Fizemos amor ferozmente, agarrados desesperadamente um a outro, saciando a qualquer custo a fome e matando a vontade que ameaça nos matar. E dessa vez foi diferente de qualquer ocasião que tivéssemos feito amor antes. Porque cada um de nos estava dolorosamente consciente do prazer do outro, cada toque mais fugaz do que o anterior. Era como se tivéssemos medo do que o futuro traria, parecia que tínhamos a certeza ali estampada a nossa frente que nos perderíamos para sempre, sem voltas. Que aquilo dali era uma despedida. Fizemos de uma tal forma, que com certeza ficaria marcado para sempre na memoria. (...)
Quando estávamos esgotados, e não tínhamos mais força para nada. Ela saiu de cima de mim e se deitou ao meu lado. Cheguei mais perto dela, e ela me aninhou de forma que tocasse em meus cabelos. E passou as mãos por eles ritmadamente, me fazendo pegar no sono. Mas antes cheguei
Eu tenho que esquece-la. Por bem ou por mal, querendo ou não querendo, gostando ou não gostando. Isso de tentar levar adiante não dá mais certo, não mesmo. Isso me faz muito mal, acaba com o meu dia e me tira o sono a noite. Ela não é o tipo de garota que se sente feliz com um simples buque-de-flores, cartão no dias do namorados, bombons, uma ida ao cinema e essa baboseira toda. Com ela é mais, é diferente... tudo é diferente, ela é diferente. É confusa, tem uma oscilação de humor que me deixam mais confuso ainda. Uma hora quer, na outra ignora ou então nada para ela era o suficiente. Mesmo com essa bagunça toda, não deixa de ser linda, intrigante, sarcástica, reservada, inteligente e cheirosa. Ela te fode por completo. Porra! Porque eu fui me engraçar com uma guria dessas. Tenho que para de pensar tanto nela.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Pois sou extrema, não sei e nem quero conhecer o pouco, o veril... o fraco. Meio termos não me completam e creio que quem diz ser satisfeito com ele provavelmente esta mentindo. É falso, covarde e farjuto! Sorri pelo o que não quer.. pelo o que não satisfaz; Se convence com o que dão. Cade a voracidade? Cade o desejo de ser mais e melhor para si mesmo? Você não precisa perder o caráter para poder ser uma pessoa melhor, com mais personalidade... mais identidade. Pra se impor em um mundo onde a banalidade reina. Você não precisa ser O mundo vai acabar no comum. Já eu não sei ser assim. E não sei o do porque não sei ser assim e adoro o fato de não saber o do porque sou assim, mais assim sou. Não me iguale a igualdade, nem chego perto dessas gurias que dizem ser diferente. E uma coisa é certa, não aponte o dedo para mostra meus defeitos se você não tem peito para se levar adiante, sou vingativa. Na maioria das vezes vô te pegar desprevenido e para essas coisa tenha uma paciência do chão. Sinceramente sou diferente de tudo. Tudo que vê, que já viu e que, talvez um dia, quem sabe ira ver. Não sei amar pela metade e nem por completo. Aprecio quando vão até o fim por mim, mais desisto fácil fácil. Gosto de quem rema comigo. Não sei viver de mentira, mais adoro ilusões. Elas já fazem parte do meu cotidiano. Não sei voar de pés no chão, mas sei sonhar acordada. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre. Talvez esses gosto extremos mude. Talvez eu pare de gostar das coisas pesadas. Das bebidas fortes, as drogas poderosas, os sentimentos favoráveis e desconhecidos. Os filhos da puta. Quem sabe um dia eu largue o meu apetite voraz e os delírios loucos. Mais de uma coisa eu sei: Se você não vier para me abalar, pode continuar onde se encontra. Não quero o pouco e dispenso a tua banalidade. Te apresento ao meu desdém.
Beijos na boca meu caro, porque eu gosto muito disso.
Beijos na boca meu caro, porque eu gosto muito disso.
Se era só pra brincar de amor, por que é que me beijou assim? Despertando a vontade de amar, acendendo um desejo em mim. Se era só pra ficar por ficar, me explica o brilho no olhar? As ligações de madrugada, os beijos inesperados, os sussurroso ao pé do ouvido, os segredos... os planos ao luar. Me diz? E pra que tanta indecisão? Tanta complicações? Eu fiquei apaixonada, porra. E a cupa não é minha, quem resistiria? Sou forte, mais não de ferro. E creio que não vou encontrar alguém como você. Porque você era grosso, estupido e filho da puta. Mas assim mesmo não deixava de ser engraçado, gentil e carinhoso. E eu amava essas tuas variações, amava esse teu jeito agridoce. Eu gostava da forma falha que você tenta me fazer sorrir e que sempre acabava conseguindo. Do jeito que me tratava. Do jeito que a tua mão passeava pelo o meu corpo e do que ela fazia. As ardências que ela provocava, as borboletas que ela chamava. Pra sincera, eu gostava de tudo que vinha de você e de tudo que você me proporcionava. De todas as loucuras que cometíamos juntos, de todas as noites em claros, todo o ciume irracional e bobo que sentíamos um pelo o outro. Não consigo achar alguém para ocupar o teu lugar. Sonho em ter você comigo, sinto o gosto do teu beijo, lembro dos teus sorrisos. Eu quero teu corpo colado ao meu, eu quero você sussurrando no meu ouvido bem baixinho um ”você é minha” ou então as besteiras que só eu entendia. Me entreguei de coração e sem pensar duas vezes e com você também foi assim. Lembro-me que você mesmo disse que estava fodido, eu lembro. Mas você não vê que o nosso amor é compromisso. Faz de conta que não tem mais nada haver comigo e assim eu fico sem você. Eu já não sei o que fazer. Cara, porque você fez tudo dar certo se foi em vão? Sei que você tem medo de perder essa liberdade. Mas quem disse que eu quero te prender? Só quero que você fique comigo. Vem, eu sei que vou te convencer. Tô precisando de você.
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Eu gosto de falar, de estar certa, de quem entende o que eu digo; de quem escuta o que eu penso. Dos meus gostos, os meus discos, os meus livros, as minhas músicas. Dos Stones, do Rock Natural, da minha solidão tumultuada.
Não sei viver sem as minhas maquiagens, o meu quarto bagunçado, minha internet, meus amigos. Gosto do meu umbigo, das minhas unhas cor de carmim ou azul, do meu cabelo liso e escorrido. Sou apaixonada pelo o meu corpo. — Tenho uma quedinha pela a minha bunda e o meu sorriso — Não abro mão da minha hora do soninho, dos meus toddynhos e muito menos os meus desenhos animados na manha de sábado.
A minha cara de menina ingenua diz muito pouco sobre mim e adoro quando as pessoas tiram conclusões baseando-se nela, e que logo depois quebram a cara. Possuo varias formas indefinidas, muitos lados sem espaços, labirintos sem fim. Convenhamos que sou esquisita. Não me defina, não venha reclamar se a forma que você possuí de mim, é desagradável, ou até mesmo brutal. Não me cobre por aquilo que você não merece. Não me sorria com a intenção de ganhar favores. Não sei sorrir por conveniência, não gosto porque todos estão gostando.
Gosto de gente que sabe ser gente e que me ensina a ser gente, que me faz crescer e que ajuda a aumente o meu conhecimento. Não suporto ficar mais de dois segundos perto de gente burra e que não sabe mentir direito.
Prefiro noites em claro e dias em branco, de chuva e de sol, do preto e branco. Sou o meio termo em pessoa e isso chega a ser irônico, pois não suporto meios termos. — "Sou um desses livros complicados, com capítulos chatos e enrolados. Com 500 paginas e mesmo com tantas explicações, quando chega ao ponto final, você ainda não me entende e ao menos me compreendi." —
Eu quero mais é ser exatamente assim, do jeito que eu sou. Amando quem mereça ser amado, ou quem sabe tentando amar quem tem de ser amado. Quero mais é que os outros possam compreender, ou pelo menos tentem entender que eu sou assim. Nunca amei ninguém por completo, não sei e nem devo explicar o porque desse fato. Mas querer eu sempre quis, mas nem sempre o que se almeja se tem... Eu faço exatamente o que eu quero, sou impulsiva. Eu não penso e muito menos pergunto, eu sinto. Ajo com o coração, mas muitas vezes uso a razão.
Eu guardo as minhas rejeições em vidrinhos rotulados com o nome deles. Para que no futuro quando sentir essas mesmas fragrâncias pelo o ar, possa me preparar e me prevenir. Eu sou mole demais por dentro pra deixar que todo mundo veja, eu deixo pra quem eu acho que pode comigo. Ninguém sabe, mas eu tenho coração de moça.
Não sei viver sem as minhas maquiagens, o meu quarto bagunçado, minha internet, meus amigos. Gosto do meu umbigo, das minhas unhas cor de carmim ou azul, do meu cabelo liso e escorrido. Sou apaixonada pelo o meu corpo. — Tenho uma quedinha pela a minha bunda e o meu sorriso — Não abro mão da minha hora do soninho, dos meus toddynhos e muito menos os meus desenhos animados na manha de sábado.
A minha cara de menina ingenua diz muito pouco sobre mim e adoro quando as pessoas tiram conclusões baseando-se nela, e que logo depois quebram a cara. Possuo varias formas indefinidas, muitos lados sem espaços, labirintos sem fim. Convenhamos que sou esquisita. Não me defina, não venha reclamar se a forma que você possuí de mim, é desagradável, ou até mesmo brutal. Não me cobre por aquilo que você não merece. Não me sorria com a intenção de ganhar favores. Não sei sorrir por conveniência, não gosto porque todos estão gostando.
Gosto de gente que sabe ser gente e que me ensina a ser gente, que me faz crescer e que ajuda a aumente o meu conhecimento. Não suporto ficar mais de dois segundos perto de gente burra e que não sabe mentir direito.
Prefiro noites em claro e dias em branco, de chuva e de sol, do preto e branco. Sou o meio termo em pessoa e isso chega a ser irônico, pois não suporto meios termos. — "Sou um desses livros complicados, com capítulos chatos e enrolados. Com 500 paginas e mesmo com tantas explicações, quando chega ao ponto final, você ainda não me entende e ao menos me compreendi." —
Eu quero mais é ser exatamente assim, do jeito que eu sou. Amando quem mereça ser amado, ou quem sabe tentando amar quem tem de ser amado. Quero mais é que os outros possam compreender, ou pelo menos tentem entender que eu sou assim. Nunca amei ninguém por completo, não sei e nem devo explicar o porque desse fato. Mas querer eu sempre quis, mas nem sempre o que se almeja se tem... Eu faço exatamente o que eu quero, sou impulsiva. Eu não penso e muito menos pergunto, eu sinto. Ajo com o coração, mas muitas vezes uso a razão.
Eu guardo as minhas rejeições em vidrinhos rotulados com o nome deles. Para que no futuro quando sentir essas mesmas fragrâncias pelo o ar, possa me preparar e me prevenir. Eu sou mole demais por dentro pra deixar que todo mundo veja, eu deixo pra quem eu acho que pode comigo. Ninguém sabe, mas eu tenho coração de moça.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Me disseram que você anda sentindo a minha falta. E a fonte é confiável, só por isso que acreditei. Ela também disse que você não esta saindo com ninguém, não esta deixando nenhuma daquelas gurias se aproxime de ti. Acho que ela esperou que eu esbanjasse um sorriso, pela a tua expressão. Mas eu não senti nada; absolutamente nada. Só pudi ficar quietinha e atenta ao que ela me relatava. A ultima coisa que ela contou me deixou encasquetada e pensativa. Ela disse-me que você estava com a ideia fixa de me procurar, disse-me para te esperar. Disse que você chora por mim, que quer a mim de volta. Que se arrependeu... E saiu sem ao mesmo esperar uma resposta minha. - Tá, eu não iria formular uma resposta tão rapidamente, isso é fato. Mais pelo menos ela deveria me esperar dizer alguma coisa. Não me deixar ali sozinha com cara de tacho, absorvendo a tal novidade.
Fiquei sentada naquela cafeteria na companhia dos meus pensando bebericando meu café. Me deixei levar por umas boas horas... e cheguei a algumas conclusões plausíveis.
Eu passei meses te esperando. Fique na esperança de você entrar pela a porta do meu quarto e me tirar daquele estado que me encontrava. Acabei com as minhas unhas no nervosismo de a cada minuto ouvir meu celular tocar e constar no visor que não era você. Fiquei dias a dias esperando noticias tuas. Qualquer coisa, qualquer sinal. Uma mensagem, carta, telegrama, sinal de fumaça. Eu te esperei pra caralho. Esperei mais do que o devido, mais que o necessário, mais do que tinha feito por um outro cara. Me esculhambei por inteira por causa de você.
Logo percebi que você não viria. Que não iria acontecer que nem nos filmes ou novelas. Passei longos meses tentando te tirando de mim, da minha cabeça. Olha, isso não foi fácil não. Te garanto que não foi. Foi difícil... doloroso. Pra começar eu nunca quis mas te esquecer nunca foi uma escolha; era uma necessidade e era preciso. Não tem essa de que quando estamos apaixonados e quando essa paixão não é correspondida vemos a tal "paixão" em todos os lugares? Tipo um drogado na abstinência, que confundi pó de giz com cocaína? Então, isso é a mais pura verdade. Isso me fodia todos os dias, era só por o pé na rua e pronto. Lá vinham as imagens de vocês, de todas as formas possíveis e o pior não eram as em si imagens, mas sim as lembranças. Era aquela maldito pensamento: "porque você me deixou". Você me retirou da tua vida da pior forma possível. E nem me disse o porque. Simplesmente me expulsou dela e tchau. Segue o teu caminho que eu sigo o meu, se lembra? Foi isso que você me disse.
Eu não quero que você venha. Foda-se se você se arrependeu. Não quero passar por aquilo novamente. Olha, eu estou bem e hoje eu estou melhor ainda. Pois eu soube e constei a mim mesma que você sente a minha falta e que eu não estou nem ai pra o que você sente ou deixa de sentir. Que não me importo mais com você, que não desejo mais nada de você. Só quero o teu desdem, teu silêncio, tua distancia. Eu não quero o teu arrependimento, não quero sentir ódio, nem desprezo... eu não quero nada relacionado a você, só quero te matar de mim da mesma forma que você mato e não me arrepender como você esta fazendo. Porque essas noticia ajudou, ajudou a desentupir, essa foi a ultima gota dessa goteira chata e insistente, que se denomina você. Porque você é um nada, talvez nada seja muito pra você. Por que você será apenas mais um babaca que não soube me dar valor, quando tudo o que eu fiz foi… simplesmente te dar tudo. E chega. Eu não te amo, eu não te quero, eu não te preciso, eu não te sinto mais. Você me enoja, me irrita, me desperta asco. Você morreu, morreu em mim e para mim. E aí de você se der as caras por aqui. Aí de você...
Que hoje, Você tem noção de quantas vezes eu menti para mim mesma alegando que eu não sentia a tua falta? Tem a remota ideia do que passei?
Eu esperei tanto, mais tanto por você, que essa noticia me
O tipo de garota que vai foder com o teu coração e com o restante que sobrar dele. Que não vai medir as palavras ao se dirigir á você, muito menos vai ser aquela garota que você sempre sonhou ou queria ter ao teu lado. Sinto muito ao lhe informar, mas você escolheu á garota errada para entregar seu coração tão inteiro e lindo, ela vai destroçá-lo mesmo não querendo, mesmo o amando, ela vai quebrá-lo e mais tarde, te deixará.. Ela é esse tipo de garota, tão errada, mas ainda sim consegue fazer com que várias pessoas á ame, tão sem amor dentro de si, mas tanto amor em receber, amor que ela suga ao máximo, amor que ela precisa, apenas para se sentir viva (…)
Fiquei sentada naquela cafeteria na companhia dos meus pensando bebericando meu café. Me deixei levar por umas boas horas... e cheguei a algumas conclusões plausíveis.
Eu passei meses te esperando. Fique na esperança de você entrar pela a porta do meu quarto e me tirar daquele estado que me encontrava. Acabei com as minhas unhas no nervosismo de a cada minuto ouvir meu celular tocar e constar no visor que não era você. Fiquei dias a dias esperando noticias tuas. Qualquer coisa, qualquer sinal. Uma mensagem, carta, telegrama, sinal de fumaça. Eu te esperei pra caralho. Esperei mais do que o devido, mais que o necessário, mais do que tinha feito por um outro cara. Me esculhambei por inteira por causa de você.
Logo percebi que você não viria. Que não iria acontecer que nem nos filmes ou novelas. Passei longos meses tentando te tirando de mim, da minha cabeça. Olha, isso não foi fácil não. Te garanto que não foi. Foi difícil... doloroso. Pra começar eu nunca quis mas te esquecer nunca foi uma escolha; era uma necessidade e era preciso. Não tem essa de que quando estamos apaixonados e quando essa paixão não é correspondida vemos a tal "paixão" em todos os lugares? Tipo um drogado na abstinência, que confundi pó de giz com cocaína? Então, isso é a mais pura verdade. Isso me fodia todos os dias, era só por o pé na rua e pronto. Lá vinham as imagens de vocês, de todas as formas possíveis e o pior não eram as em si imagens, mas sim as lembranças. Era aquela maldito pensamento: "porque você me deixou". Você me retirou da tua vida da pior forma possível. E nem me disse o porque. Simplesmente me expulsou dela e tchau. Segue o teu caminho que eu sigo o meu, se lembra? Foi isso que você me disse.
Eu não quero que você venha. Foda-se se você se arrependeu. Não quero passar por aquilo novamente. Olha, eu estou bem e hoje eu estou melhor ainda. Pois eu soube e constei a mim mesma que você sente a minha falta e que eu não estou nem ai pra o que você sente ou deixa de sentir. Que não me importo mais com você, que não desejo mais nada de você. Só quero o teu desdem, teu silêncio, tua distancia. Eu não quero o teu arrependimento, não quero sentir ódio, nem desprezo... eu não quero nada relacionado a você, só quero te matar de mim da mesma forma que você mato e não me arrepender como você esta fazendo. Porque essas noticia ajudou, ajudou a desentupir, essa foi a ultima gota dessa goteira chata e insistente, que se denomina você. Porque você é um nada, talvez nada seja muito pra você. Por que você será apenas mais um babaca que não soube me dar valor, quando tudo o que eu fiz foi… simplesmente te dar tudo. E chega. Eu não te amo, eu não te quero, eu não te preciso, eu não te sinto mais. Você me enoja, me irrita, me desperta asco. Você morreu, morreu em mim e para mim. E aí de você se der as caras por aqui. Aí de você...
Que hoje, Você tem noção de quantas vezes eu menti para mim mesma alegando que eu não sentia a tua falta? Tem a remota ideia do que passei?
Eu esperei tanto, mais tanto por você, que essa noticia me
O tipo de garota que vai foder com o teu coração e com o restante que sobrar dele. Que não vai medir as palavras ao se dirigir á você, muito menos vai ser aquela garota que você sempre sonhou ou queria ter ao teu lado. Sinto muito ao lhe informar, mas você escolheu á garota errada para entregar seu coração tão inteiro e lindo, ela vai destroçá-lo mesmo não querendo, mesmo o amando, ela vai quebrá-lo e mais tarde, te deixará.. Ela é esse tipo de garota, tão errada, mas ainda sim consegue fazer com que várias pessoas á ame, tão sem amor dentro de si, mas tanto amor em receber, amor que ela suga ao máximo, amor que ela precisa, apenas para se sentir viva (…)
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Coincidência foi ter te encontrado no meio daquela rua. Pior que naquele trecho, não tinha movimento algum. Pensei em atravessar a rua, ir para uma outra ponta, jogar o cabelo na cara, me fingir de desconhecida. Mais pensei... porque não? Fiz questão de esbarra no teu ombro, fiz questão de dar dois beijinhos e de perguntar como você estava. Fiz questão de esbanjar um sorriso enorme quando a pergunta foi dirigida a mim, e a cada minuto daquela nossa breve conversa. Observei que você não tirava os olhos do meu decote, como sempre e que tocava muito em mim, até me ofereceu ajuda com as bolsas. Que você correspondia aos meus sorrisos muito bem e que perguntou coisa sobre a minha vida, mais do que a educação permitia. Constatei que você usava aquela blusa que eu te dei, que você dizia não gostar. Você estava com o corte de cabelo que eu tanto insistia para você usar... eu sabia que ia ficar perfeito em você. Bom, ele é feito para você. Você até estava todo ajeitado e engomado... quer dizer arrumado, pra quem dizia que nunca ia largar o jeito mulambo e de malandro; você estava muito bem, devo dizer. Dei umas discretas cafungadas e não sentir aquele cheiro insuportável de maconha. Você estava cheiroso, um cheirinho de erva-doce; gostoso. Muito bom, diria eu. Acho que você estava atrás de emprego, aquela pasta na tua mão só podia dizer isso. Ou sei lá, coisas sobre você não me interessam mais.
Então você esquece as palavras, diz o que não deveria dizer... se cala quando deveria falar. Pede perdão quando nem ao menos sabe o que se fez, e quando faz
Então você esquece as palavras, diz o que não deveria dizer... se cala quando deveria falar. Pede perdão quando nem ao menos sabe o que se fez, e quando faz
Olha, eu venho tentando parar de fumar, todos implicam com isso e esta se tornando um hábito meu. Antigamente eram em tornos de alguns cigarros, agora são maços e mais maços. Estou me tronando uma chaminé-ambulante. Mais o que fazer além de fumar? Tá tudo tão água-com-açúcar, morno, mais ou menos. Ta tudo tão igual, tudo sei lá. Eu me encontro tão triste, e olha... eu nem sei o do porque. É uma triste tão fininha, cortante e persistente. Dói tanto. Eu tenho que me livrar dessas triste.. oras sim, oras não. Me afundo na escrita, não tem jeito, eu tô sempre escrevendo. Uns pretextos, uns contra tempo, uma coisa mais ou menos, mais tô escrevendo. E outra, as bebidas estão fodendo com meu figado. Eu realmente estou me acabando nisso.
Minha vida anda vazia, meio amarga, quase sem sentido. Talvez seja culpa do excesso de álcool e café, ou apenas a solidão que começou a corroer minha alma. Você se foi, e deixou tudo preto e branco outra vez. Está sendo difícil de colorir tudo sozinha.
E eu vô tentando, quem saiba eu consigo.
Minha vida anda vazia, meio amarga, quase sem sentido. Talvez seja culpa do excesso de álcool e café, ou apenas a solidão que começou a corroer minha alma. Você se foi, e deixou tudo preto e branco outra vez. Está sendo difícil de colorir tudo sozinha.
E eu vô tentando, quem saiba eu consigo.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
O que quer eu digas? Que te preciso? Que sinto a tua falta? Que fecho os olhos e que ainda posso sentir as tuas sucessões de beijos no começo de minha nuca até a minha boca. Que mesmo longe de mim me enche de desejos e vontades? Que sinto uma vontade imensa de ficar colada a ti para, quem sabe transforma tu e eu em um nos. Que me provoca arrepios e desequilíbrios? Que sabes mexer dentro de mim? Que me ganha só com um olhar e um sorriso torto, tipico de cafajeste? Que tens um lugar reservado dentro de mim? Que te dizer? Que não vivo mais sem ti? Que almejo teu jeito de ser e até o teu jeito de se vestir. Que há pedaços teus por toda a parte. Dizer que espumo de ciume quando te vejo com aquela guria. Dizer que sinto raiva te ti por ter deixado a covardia te vencer e ter desistido de nos, por medo. Te dizer que só vou levar comigo lembranças, enquanto queria levar-te comigo. Pelo o amor de Deus... me diz o que te dizer. Me diz, diz o que eu faço para poder te esquecer da mesma forma que tu fizeste comigo.
Quote.. hnn
Então esqueça menina, ou melhor guarde. Não para si... aguarde em vidrinhos as tuas rejeições e ponha na parte mais alta de tua cabeceira, onde tu não alcanças. E esqueça por lá, finja que aquilo não existe. Só retire de lá quando estiver em condições. Condições de mostrar ao mundo e a si mesma que tu já superou tudo aquilo. Não temas aquilo que um dia fez parte do teu passado. Pois passado nada é além de passado. Ele já se foi, é inofensivo... acredite nisso.
É fato, admito, que sou no mínimo terrivelmente insuportável, que tenho esse dom de ser ruim, que sou egoísta, o sou mesmo, tudo isso, insuportável, ruim, egoísta, admito tudo isso, mas, amor, sou assim e duvido que tenha alguém igual, sou assim e duvido que tu vás achar algo ou alguém que agrade-te tanto assim. Veja bem, sei que o ponto não é esse, mas novamente os pontos positivos vieram a pesar mais que os negativos, as coisas tem ido bem, fiquemos assim por favor, juntos; até que novamente eu desande e grite, que eu me canse e coloque-te contra a parede, que me canse de estar cansada, desandar, gritar e novamente diga-te: “Não precisamos disso, pequeno, venha cá.
abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que prometer que vai remar também, com vontade. Eu começo a ler sobre política, futebol, ficção científica. Aprendo a pescar, se precisar. Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado, eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro. Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças. Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser à toa, que vale a pena. Que por você vale a pena.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
- Porque não foi se despedir dele?
- Odeio despedidas.
- Isso não é resposta.
- Pois para mim, é.
Silêncio.
- Não, isso realmente não é resposta.
Me virei para aquele infeliz que insista em me perturbar. E que a qualquer custo tiraria, nem se fosse a força, uma resposta convincente de mim. Ou então a verdadeira.
- O que quer que eu diga? - exclamei exasperada. - Que não fui vê-lo porque sabia que se o visse ira desmoronar? Que quando o abracasse e sentisse teu cheiro iria implorar para que ficasse. Que quando
- Então... porque não foi se despedir dele?
- Ahan.. odeio despedidas... e... acho.. que não iria conseguir.
- Conseguir o quê?
- Conseguir, ué.
- Odeio despedidas.
- Isso não é resposta.
- Pois para mim, é.
Silêncio.
- Não, isso realmente não é resposta.
Me virei para aquele infeliz que insista em me perturbar. E que a qualquer custo tiraria, nem se fosse a força, uma resposta convincente de mim. Ou então a verdadeira.
- O que quer que eu diga? - exclamei exasperada. - Que não fui vê-lo porque sabia que se o visse ira desmoronar? Que quando o abracasse e sentisse teu cheiro iria implorar para que ficasse. Que quando
- Então... porque não foi se despedir dele?
- Ahan.. odeio despedidas... e... acho.. que não iria conseguir.
- Conseguir o quê?
- Conseguir, ué.
Não moço, você não pode entrar aqui. Esta percebendo essa bagunça? Você não encontra nada aqui dentro e é bem capaz de se perder por aqui. Ver como estar tudo fora do lugar? Vê o caos que isso se encontra? Esta vendo aquela dor ali, sim a dor, sim ela é visível, você mesmo a ver... então, ela nunca fez parte daquela moradia. E não por ser proibida, como o senhor é, é que ela simplesmente não sabia como entrar ali, não vai motivos substancias para que entrar e se abrigar por ali. Ele não sabe como administra-la, quer dizer, ele não sabe como recebe-la. Esse tipo de visitante sempre passava longe, muito longe desse lugar. E vê como ele se encontra agora? Sozinho, frio, duro e impenetrável. Não moço, isso não é culpa dele. Eu estava com ele o tempo inteiro e te digo; não foi culpa dele. Ele nada vez, a não ser amar um outro que não soube corresponde-lo. Foi a ausência que o deixou assim, foi ela e o teu egoísmo insano e doloroso em não querer dividir. E a solidão junto, essa que tanto quis como tanto fez, para que foste a tua companhia, enquanto o pequeno almeja por outra. E o abandono, ah, esse arrasou o pobre coitado. Acho eu, que foi ele quem deu o checkmate. Ele que dirigiu a ultima cena do ultimo ato. Então não, esta vetada a entrada a este lugar moço. Por enquanto é assim. Nada de visitantes, de entra e sai. Absolutamente nada, esta terminantemente proibido. Ele esta de regime a amores mal-resolvidos, tá? Deixe-o quieto, na dele. Ele não faz mal algum do jeito que se encontra. Ele vai se recuperar. Deixe estar... Ele já passou por muita coisas, coisas ruins moço. Ele é frágil, sabia? Ele não aguentara por muito tempo não, desse jeito não. Ele se faz de forte, mas se esquece que pertence a mim. A uma moça que diz ter coração fraco.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
me entender é missão suicida, apenas me acompanhe no embalo.
E eu te deixe ir, não sei como, mas deixe. Acho que me encontrava em estado de anestesia, eu só via e ouvia, não sentia absolutamente nada. Poderiam soltar fogos de artifícios ou bombinhas ao meu lado, no meu ouvido pra ser mais precisa e mesmo assim não sentiria o estrondo, ouviria sim, mais como um eco afastado. Então de nada pudi fazer, apenas fiquei ali, sentada aguarrada as minhas pernas te observando. Eu vi você pegar as malas em cima do guarda-roupa e joga-la no chão. Vi você procurara as pressas as tuas roupas, teus livros, teus pinceis... os meus quadros que você fez para mim. Eu vi você pegar tudo o que pudia me fazer lembrar de você naquele pequeno apartamento. Eu vi a pressa no teu olhar, naquele mar esverdeado que eu tanto adora me mergulhar. Eu vi o desleixo com que jogava as nossas coisas a procura das tuas. Eu vi você reclamar por aquilo está uma bagunça e não conseguir achar nada. Eu vi a tua ânsia, oras passava a mão no cabelo, oras esfregava pelo o rosto. Eu ouvia os teus passos ecoados indo e vindo sobre o carpete revestido de madeira. Eu vi você se desfazendo de mim e de nos. Pude perceber que você tinha acabo, pois tinha parado e me olhado, pela a primeira vez depois daquela discussão. E você me encarou, encarou daquela forma que fazia nos tempos que nos conhecemos, me medindo com o olhar, guardando todas formas para si, as minhas formas. — Lembrei-me do dia em que te perguntei o do porque você me encarava daquela forma e você dize-me sorrindo que apenas estava me guardando nas tuas memorias. Acho que quando me lembrei disso, acordei do estado decadente que me encontrava ali e te sorri. Te sorri o meu melhor sorriso, com lágrimas nos olhos, mais foi o melhor. Não poderia te deixar ir com aquela ultima lembrança. Você ao menos poderia lembrar-se de mim sorrindo, não é?(...) Então, você abriu a porta e saiu, arrastando algumas malas consigo, malas que continha partes da minha vida. E eu apenas te segui, com algumas lágrimas que teimava em cair e uns suspiros profundos. Você não olhou para trás até chegar ao elevador. Respirou fundo e se virou, me puxou de modo que nossos corações se juntassem e me encarou nos olhos. Aquelas orbitas verdes me fitaram pela uma ultima vez... acho que você espera que eu dissesse alguma coisa, era sempre eu a primeira a começar. Pois me calei, minha voz fugiu de mim, minha coragem se escondeu atras do meu medo; medo do que vinha depois de você entrar naquele elevador. Ao ver que meu silêncio tomara conta de mim não deixando escapar mais nenhuma palavra da minha boca. Você me sorrio, o teu melhor sorriso e me pegou no queixo e me beijou de leve nos lábios e depois na testa. Senti mais lagrimas molharem meu rosto e senti que não eram lágrimas minhas. Pode ver que aquele era o último beijo, o beijo de despedida.
E eu te deixe ir, não sei como, mas deixe. Acho que me encontrava em estado de anestesia, eu só via e ouvia, não sentia absolutamente nada. Poderiam soltar fogos de artifícios ou bombinhas ao meu lado, no meu ouvido pra ser mais precisa e mesmo assim não sentiria o estrondo, ouviria sim, mais como um eco afastado. Então de nada pudi fazer, apenas fiquei ali, sentada aguarrada as minhas pernas te observando. Eu vi você pegar as malas em cima do guarda-roupa e joga-la no chão. Vi você procurara as pressas as tuas roupas, teus livros, teus pinceis... os meus quadros que você fez para mim, eu vi você pegar tudo o que pudia me fazer lembrar de você naquele pequeno apartamento. Eu vi a pressa no teu olhar, naquelas esmeraldas que eu tanto amava. Eu vi o desleixo com que jogava as nossas coisas a procura das tuas. Eu vi você reclamar por aquilo está uma bagunça e não conseguir achar nada. Eu vi a tua ânsia, oras passava a mão no cabelo, oras esfregava pelo o rosto. Eu ouvia os teus passos ecoados indo e vindo sobre o carpete revestido de madeira. Pude perceber que você tinha acabo, pois tinha parado e me olhado, pela a primeira vez depois daquela discussão. E você me olhou, olhou daquela forma que fazia nos tempos que nos conhecemos, me medindo com o olhar, guardando todas para si todas as formas, as minhas formas. — Lembrei-me do dia que te perguntei o do porque você me encarava daquela forma e você dize-me que era para me guardar nas tuas memorias .
Certa vez me perguntaram o que me atrai em um Homem. De cara ireia responder "bunda e cabelo" pois isso realmente me atrai de cara, é isso que chama a minha atenção-antecipada. Mas antes, eu fiquei analisando minha resposta e percebi que a verdadeira não era essa, essa era a superficial. Essa é a que eu dava para não explicar o porque da minha resposta. Mas como explicar que nem sempre o agradável me encanta? Que tenho uma pequena queda por aquele inalcançável? Que me apego aos detalhes, às sutilezas. Que quando me apaixono o peculiar assume o papel de protagonista e o todo transforma-se apenas em coadjuvante? Será que alguém entende que o pouco me transborda? Que o sutil me prende? Sou tortuosa demais para não causar espanto. Meus sonhos não são padronizados, domesticados ou manipulados. A verdade é que eu nunca sonhei com o príncipe encanto, eu sempre me via prendida pelo o vilão. Não são eles que movem a historia? Os príncipes são folgados, veem no final e ainda querem beijos. A coisa é que nem sonho mais, vivo acordada, atenta aos pequenos detalhes que me fascinam, em busca de alguém que carregue algum mistério que me prenda. Quero ficar longe dessa coisa melosa e fofinha. Certas coisas não me enche mais os olhos, amores clichês são umas delas. Essa coisa de juras de amor só serve para te foder. Falo serio, isso pode até dar certo, só que não para mim. Quero algo nada formal, fora dos padrões anormalísticos e que me tire do eixo. Quero fogo e ar, algo entorpecente e que me faça perder o ar. Quero alguém que venha com tudo, sem medo de me machucar. Pode vir, eu aguento. Algo que me faça tremer, suar, pedi por clemencia e pedir por mais e mais. Alguém que queria me especular por inteira, sem ter medo do que o espera. Alguém que não me olhe, e sim devore. Alguém que não me pegue, e sim suspenda. Quero sair desses padrões. O comum me mata, procuro excessivamente por exceções. Então é isso, isso que me atrai verdadeiramente em um Homem.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Ei, não repara na bagunça não, tá. Eu ando fazendo algumas mudanças, ando tirando algumas coisas do lugar, guardando coisas desnecessárias que sismam em ficar espalhadas por aqui, estou jogando fora algumas caixinhas que ficam pelo o chão e que sempre tropeço. Isso daqui ta muito confuso, e escuro. Já faz um tempo que não abro a janela e deixo uma luz, ou um ar banhar isso daqui. Nunca fui organizada, mais isso esta uma vergonha. Não quero que ninguém aparece por esses dias aqui, deixe-me primeiramente organizar e alinhar. Vai tudo voltar ao normal, bom... o meu normal.
Não. Eu não sou insuficiente, incapaz, ou ruim para todo mundo. Eu não sou a pior de todas, a mais esquisita e confusa. E mulheres são esquisitas e confusas, cada uma na sua confusão e esquisitice, não é.
Você foi um covarde de merda, você percebeu que estávamos dando certo, viu que tudo ia dar certo. Você recuou, me abandonou, me deixou ali, largada e jogada por medo. Medo do que nos tornaríamos.
Você foi um covarde de merda, você percebeu que estávamos dando certo, viu que tudo ia dar certo. Você recuou, me abandonou, me deixou ali, largada e jogada por medo. Medo do que nos tornaríamos.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Mas você é problema, é você unicamente o culpado por tudo. Você só me fode, literalmente. Fode com os meus planos, minhas tentativas patéticas em tentar te esquecer, em tentar apagar as malditas lembranças. Aparece no pior momento, abranja minha carência, dá uma de poeta, me sussurra de um jeito impossível de se escapar. Você me atenta, me revira os olhos, me arrepia, faz do jeito que eu gosto e faz gostoso. Me pega de jeito por uma noite inteira, mais foge logo de manhã. Dá uma de esquecido perto de mim, quando não estamos a sós. E logo depois quando voltamos a ficamos sozinhos, vem me atacar. Quando saio a noite com as minhas amigas, você acha que tem o direito de expulsa-las e de grudar em mim, de me agarrar pela a cintura, de me sarrar quando estou dançando... De me levar para a casa logo depois. Você mete medo nos caras que acabo de conhecer, saí por ai batendo no peito dizendo a todos que ainda sou sua. Acredite, você não tem o direito de me querer, e muito menos me ter. Eu quero uma vida com você, eu quero fatos reais e concretos, quero ter a certeza que se eu cair, você vai estar lá segurando a minha mão. Mas não. Você inste em querer ser o moleque mimado de sempre, em querer que não nos tornemos nada. Não samos um casal, somos duas pessoas que juntas são bem melhores, e eu só quero isso. Não é muito, eu só quero sair desse meio termo que me mata aos pouquinhos. Eu sou melhor com os teus beijos atras da orelha, no inicio da nuca. Você é melhor com as minhas mordidas no teu ombro, você é melhor quando faz um pequeno drama me pedindo chamego. A noite somos incríveis e quando chega a madrugada melhores ainda. Eu só quero sair dessa montanha-russa de sentimentos e não te perder. É só, mas não você insiste em dizer que estamos bem assim. Pelo o andar da carruagem, isso não sera bom para mim, não mesmo. Sabe. Eu odeio a nossa situação, odeio saber que não vamos sair disso. E que isso nunca vai sair disso, e que se sair disso, vai ser definitivo, para sempre. Odeio quando você faz assim, quando me trata como se eu fosse um troféu - Um mimo teu, um consolo. Eu odeio a forma que na qual eu preciso de você. Odeio o efeito que o teu sorriso tem sobre mim e o que ele faz comigo. Eu me odeio por te aceita a toda hora. Eu odeio tantas coisas em você, e isso me faz querer ainda mais. Eu te odeio. Se eu pudesse te alterar de mim, com certeza já o faria. Você usou as táticas certíssimas para me prender e agora que conseguiu o que queria, esquece que eu existo.
para me prender e Essa montanha-russa de sentimentos não é boa para mim, quer dizer.. você não é bom para mim. Você é tipo uma droga, e não é nada boa. É É tão fácil, eu sei que vai ser fácil te esquecer, arrumei alguns métodos por ai. Mais você precisa mesmo fazer isso? Me ligar, me manda mensagens anoite, precisa se esbarra em mim, com o proposito de me fazer te sentir. Você só se mete em encrenqueiras para me ver preocupada. Você desfila com aquela guria pra me ver borbulhar de ciumes, não é? Eu sei que é, eu conhece esse teu jeito agridoce.
para me prender e Essa montanha-russa de sentimentos não é boa para mim, quer dizer.. você não é bom para mim. Você é tipo uma droga, e não é nada boa. É É tão fácil, eu sei que vai ser fácil te esquecer, arrumei alguns métodos por ai. Mais você precisa mesmo fazer isso? Me ligar, me manda mensagens anoite, precisa se esbarra em mim, com o proposito de me fazer te sentir. Você só se mete em encrenqueiras para me ver preocupada. Você desfila com aquela guria pra me ver borbulhar de ciumes, não é? Eu sei que é, eu conhece esse teu jeito agridoce.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Eu não quero te preender aqui, não quero que você vire dependente de mim. Não quero te obrigar a ficar. Só quero que você me ame, da mesma forma que eu te amo. O resto […] bom o resto, a gente ajeita com o tempo.
Mas, só para variar, minhas tentativas me levaram para o caminho oposto.
Eu juro que não planejei nada disso, eu nem pensei na possibilidade de eu e você, passamos de algo mais. Quando eu percebi que isso estava indo além do meu alcance, parei, recuei. Eu juro que estava tentando me manter longe, distante, sem essa de sentir saudade. Mas, só para variar, minhas tentativas me levaram para o caminho oposto.
Mas, só para variar, minhas tentativas me levaram para o caminho oposto.
Eu juro que não planejei nada disso, eu nem pensei na possibilidade de eu e você, passamos de algo mais. Quando eu percebi que isso estava indo além do meu alcance, parei, recuei. Eu juro que estava tentando me manter longe, distante, sem essa de sentir saudade. Mas, só para variar, minhas tentativas me levaram para o caminho oposto.
Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico muda quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando melhor seria silenciar. Te provoco ciumes atoa, caio na gargalhada com teus amigos, sei que você não gosta disso. Faço brincadeiras de mau gosto antes e depois de te encontrar. Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de se lida, o pior é não ter presente e o passado ser mais fluente que o ar. Sumi porque não há o que se possa resgatar. Meu sumiço é covarde mas atento, meio farjuto meio autêntico. Sumi para estar para sempre do seu lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua desajeitada e irrefletida permanência.
Quando eu menos esperava, você chegou. Foi tão repentino. Você chegou em mim com aquelas cantas baratas… e bem estupidas. Digo.. digno de cafajeste. Acredite, não estava em meus planos conhecer alguém como você. Alguém desleixado, com piadas decadentes e que só sabia abria a boca pra pronunciar asneira. Alguém quieto, observador e contido. Que fosse um poço de ignorância, grosso até não dar mais, porém estupidamente gentil. Alguém que era especialista nesse terreno, em conquistar. Que fosse esperto o bastante para que bem devagarinho roubasse minha atenção, e todos os meus pensamentos. Merda. Alguém por quem eu arriscaria tudo. E toparias as piores, mais melhores coisas. Nunca me imaginei andando em uma lambreta barulhenta e desbotada. Nunca troquei o convencional restaurante pelos os bares de cerveja barata. Eu nunca me imaginei nessa situação. Mais tudo aquilo era bom, eu experimenta e ficava um gostinho de quero mais na ponto da minha linguá. Mas isso tudo não passavam de alguns encontros, algumas noites de sextas, uns beijos, umas mão-bobas, uns sussurros, uns dengos; umas fodas. Nada demais, nada fora do comum, você seria apenas mais um… e eu seria apenas mais uma. Você começou, você atiçou. Eu não estava preparada para os sms de madrugada, as ligações logo assim que eu acordava, ou com você no portão da minha escola esperando por mim. Não esperava as visitas inesperadas, as julgas de madrugada, os “encontros” a lugares desconhecidos, porém super interessantes. As fodas em lugares inapropriados. Aquele teu jeito de quem não tem medo de nada, você exalava adrenalina e perigo, eu me perdia nisso. Eu adorava o jeito como você me tratava, me pegava e como fazia. Os sorrisos pra lá e pra cá, a coisa de andar de mãos dadas para que todos visem que estávamos juntos. Os apelidos, a posse, o ciume. Eu não esterava nada disso. E eu juro que não planejei nada disso, nem pensei na possibilidade de você e eu passamos para algo mais. Quando eu dei por mim e percebi que isso estava indo além do meu alcance e além do devido; parei, recuei. Eu juro que estava tentando me manter longe, distante e sem essa de sentir saudade. E de querer provar pela uma ultima vez. Mas, só para variar, minhas tentativas me levaram para o caminho oposto. Talvez eu tenha subestimado você, talvez eu tenha brincado demais com essa coisa de seduzir, de provocar, de atiçar e depois correr. Brinquei com fogo e acabei me queimando. Porque não estava em meus planos me apaixonar(…) Acho que você também não esperava que eu me apaixonasse. Para você, abandonar as pessoas sempre foi algo tão natural; como sempre foi para mim. Era como um ciclo que havia de ser cumprido. Você apenas iria embora e nunca mais voltaria e eu levaria a minha vida, como se nada estivesse acontecido. Era simples e fácil. Você acreditava naquela droga de “quem vive de passado é museu”. Porém, eu arrisquei tudo, eu confiei em você, pus as minhas fichas em você… em um nos incerto. Saí por aí dizendo que você era meu, sendo que isso durou exatos quinze minutos. Fui lá, dei minha cara a tapas, mas pra você não foi nada demais. Você fez questão de dizer, e talvez esfregar que o que tivemos já tinha acabo, e que era para eu me desencanar dessa, né? Eu sentir que você mentia, mais doeu ouvir aquilo. Você me decepcionou e foi me perdendo, me cansando. Eu fui me afastando, sumindo de pouquinho em pouquinho, e o plano original dessa vez — que eu acho que dessa vez deu certo. Foi me fazer transparente a você. E quando você me viu, e percebeu que estava mesmo me perdendo, de fato. — aquela pessoa exatamente como você. Aquela tua perturbada — É incrível como algumas pessoas só dão valor quando perdem, e porque com você seria diferente(…) Porém você me mostrou, me fez sentir o teu coração e o que sentia, me fazendo perdoar tudo o que acontecera. Assim, passamos a ser mais egoístas com as coisas que nós queremos e com nos mesmo. Começo o nosso amor masoquista, aquele querendo e não querendo, afirmando e negando, soltando e buscando, somos tão dependente disso. E toda essa bosta de “deixar para trás, seguir em frente” foi ignorada e jamais repetida novamente. Encontramos o nosso amor verdadeiro, algo muito raro por ai. É claro que esse amor não é perfeito, nenhum amor é. Porque não existe essa droga de amor perfeito. E assim eu e você, ou melhor, nós concluímos que pessoas que buscam uma pessoa perfeita nunca encontra. É exatamente como aquela frase… “Quem muito escolha, acaba ficando sem nada”. Rimos das pessoas que exigem que o seu parceiro seja exatamente de um jeito já idealizado. Que tenha uma lista de características a ser alcançadas, porque acham que só assim serão felizes. Vai por mim, quando o amor aparece nem sempre é o que você esperava. As vezes é melhor, as vezes é pior. Mas nada disso realmente importa. O que importa no fim do dia é o amor que chega quando você não menos espera. Apenas ele. Aquele prefacio imperfeito.
Vamos lá garota. Saia desse quarto, dessa bagunça. Se livra dessa amargura, dessa frieza, essa armadura não lhe serve de nada - Não com aqueles que sabe o que há dentro dela. Não se afrija, não fuja de si mesma, não se culpe. Isso não é culpa tua, não mesmo.
Vai se abater? Se dar por vencida? Cade aquele sorriso que ilumina o quarteirão inteiro. Aquela
Vai se abater? Se dar por vencida? Cade aquele sorriso que ilumina o quarteirão inteiro. Aquela
E se quiser ir, pode ir. Não te espero, não paro minha vida por você, não mais. Você vai voltar, eu sei que vai. Você sempre volta. Só que dessa vez, tome cuidado, pois eu não estarei lá a te esperar. Não me trancarei dentro de casa por medo de me encantar com um outro alguém, por medo de gostar de outro sorriso, e muito menos precisar de outros braços. Cansei de te ter de qualquer jeito, qualquer jeito não me é suficiente. Não quero fazer parte dessa montanha-russa de sentimentos. Cá hora me quer, cá hora me esquece.. Eu parei com você, cansei de correr atrás. Agora é a tua vez... se sentir minha falta, sabe o numero do meu celular. Ou se não, me deixe em paz. Vá encontrar alguém que te satisfaça, assim como eu.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Dizem que quem ama de verdade, espera. E quem realmente ama, quer ver o outro bem, independente se é com você ou não. Que quem ama aguenta de tudo, a toda hora. Dizem tantas coisas sobre esse tal de amor, que sinceramente, eu acho Eu acho que quem disse essas coisas nunca amou de verdade, nunca sentiu o que é ter
Eu não quero te preender aqui, não quero que você vire dependente de mim. Não quero te obrigar a ficar. Só quero que você me ame, da mesma forma que eu te amo. O resto […] bom o resto, a gente ajeita com o tempo.
Eu não quero te preender aqui, não quero que você vire dependente de mim. Não quero te obrigar a ficar. Só quero que você me ame, da mesma forma que eu te amo. O resto […] bom o resto, a gente ajeita com o tempo.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Não quero que fiques. Não quero que possua dó, e muito menos pena de mim. Se não vier os sentimentos que tanto almejo, peço-te que se retire de minha vida. Pode ir se não tiver a intenção de me ser o suficiente, vá embora. Não aceito essa de amar e não ser correspondida, de querer e não puder ter, de escolher como primeiro e ser escolhida de ultima hora, ou então esquecida. Tô cansada, viu, tô dando um tempo dessa. Vô te deixar no meu silêncio para que pense, para que veja o que quer fazer da tua vida, para que, quem sabe sinta a minha falta. Se acaso me quiseres da forma que quero que me queiras, sou tua. Sabe onde me encontrar, não mudei o numero do meu celular e nem o endereço de casa. Continuo frequentando aquele mesmo bar, as sete nas sextas. Mas se não for assim, vô deixar que morras em mim essa vontade de ama-lo e de te guardar debaixo de meu edredom. Vou aprender a não te querer, pois sei que se alimentar mais um pouquinho essa vontade, tudo vai pro aries. Vô perder o controle de tudo, vô me deixar levar e cairei mais uma vez na armação de um tal de amor. Vou escolher a mim ou a nos, baseando-me em tua escolha. Não nego que te quero e te preciso... só que, eu preciso mais de mim do que de você. Confuso não? É, eu sou uma confusão. Só espero que entenda, casei te tentar me explicar a você. Deixo tudo em tuas mãos, a escolha é tua. Não paro minha vida por essa tendencia a amores mal resolvidos. Eu vou seguir em frente, com ou sem você. - Ainda vô frequenta a academia, vô terminou o livro que comecei a ler, vô continuar saindo com meus amigos e experimentarei outras bocas. Só que esperar por você, isso não faço mais não. Se me quiser, sabe onde me encontrar e apareça por lá, pode deixar que irei te receber bem, se não tudo bem. Antes um prefacio incompleto, do que um final dolorido.
(...) E se quiser ir, pode ir. Não te espero mais, não paro minha vida por você, não mais. Você vai voltar, eu sei que vai. Você sempre volta. Só que dessa vez, toma cuidado, porque eu não estarei lá a te esperar. Não me trancarei dentro de casa por medo de me encantar por um outro alguém, por medo de gostar de outros sorrisos, e muito menos precisar de outros braços. Cansei de te ter de qualquer jeito, esse qualquer jeito não me satisfaz mais. Não quero mais fazer parte dessa montanha-russa de sentimentos. Se sentir minha falta, sabe o numero do meu celular. Ou se não, me deixe em paz. Vá encontrar alguém que te satisfaça, assim como eu.
E você não é capaz de suportar o que tem aqui dentro, o que tanto grita em valentia por ser libertado.
(...) E se quiser ir, pode ir. Não te espero mais, não paro minha vida por você, não mais. Você vai voltar, eu sei que vai. Você sempre volta. Só que dessa vez, toma cuidado, porque eu não estarei lá a te esperar. Não me trancarei dentro de casa por medo de me encantar por um outro alguém, por medo de gostar de outros sorrisos, e muito menos precisar de outros braços. Cansei de te ter de qualquer jeito, esse qualquer jeito não me satisfaz mais. Não quero mais fazer parte dessa montanha-russa de sentimentos. Se sentir minha falta, sabe o numero do meu celular. Ou se não, me deixe em paz. Vá encontrar alguém que te satisfaça, assim como eu.
E você não é capaz de suportar o que tem aqui dentro, o que tanto grita em valentia por ser libertado.
E se o acaso me encontrar, falarei a ele para que em uma dessas confessar descontraídas que ele tem com o destino, deixar escapar - sem querer - que ando a procuro dele. Vá que eu tenha sorte.
Estou tomando as rédias da minha vida, tô censurando algumas pessoas, ditando quem fica e quem saí. Tô fazendo uma faxina geral, assim posso dizer. Essa bagunça aqui, é incomoda. Eu não acho nada, tô meia deslocada de mim mesma. Você tem ideia do que é isso? Ou de como se sai disso aqui? Você deveria saber, pois você que me botou em tal situação. Sim, você. E foi você quem me botou, sendo que fui eu que deixei. Foda-se, a culpa continua sendo tua.
Estou tomando as rédias da minha vida, tô censurando algumas pessoas, ditando quem fica e quem saí. Tô fazendo uma faxina geral, assim posso dizer. Essa bagunça aqui, é incomoda. Eu não acho nada, tô meia deslocada de mim mesma. Você tem ideia do que é isso? Ou de como se sai disso aqui? Você deveria saber, pois você que me botou em tal situação. Sim, você. E foi você quem me botou, sendo que fui eu que deixei. Foda-se, a culpa continua sendo tua.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Sou Fluminense fanática. Na vitória e na derrota, nunca vou abandona-lo. Pode falar mal, pode zuar, pode esculachar e que se foda. Eu amo demais o meu time e me orgulho muito dele; e mano só venha discutir de futebol comigo se tu souber a história do seu time ou pelo menos o nome do goleiro dele, ok?
Meu problema não é unicamente o ciumes, é que eu sou egoísta demais e muito, mais muito possessiva. Não sei dividir e não abro mão quando gosto. Sou do tipo: Isso é meu, e não ouse chegar perto.
V-A S-E F-U-D-E-R OU E-N-T-Ã-O P-R-A C-A-S-A D-O C-A-R-A-L-H-O M-E-U I-R-M-Ã-O. N-I-N-G-U-É-M A-Q-U-I T-E P-E-R-G-U-N-T-O A-B-S-O-L-U-T-A-M-E-N-T-E N-A-D-A -'-
Pode ir embora, e leve as lembranças que sobraram de nos dois.
Meu problema não é unicamente o ciumes, é que eu sou egoísta demais e muito, mais muito possessiva. Não sei dividir e não abro mão quando gosto. Sou do tipo: Isso é meu, e não ouse chegar perto.
V-A S-E F-U-D-E-R OU E-N-T-Ã-O P-R-A C-A-S-A D-O C-A-R-A-L-H-O M-E-U I-R-M-Ã-O. N-I-N-G-U-É-M A-Q-U-I T-E P-E-R-G-U-N-T-O A-B-S-O-L-U-T-A-M-E-N-T-E N-A-D-A -'-
Pode ir embora, e leve as lembranças que sobraram de nos dois.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Fatos aleatórios sobre mim:
1- Quero ser Engenheiro Mecânico, desde pequeno ja mexia com motores, máquinas e etc... a pouco tempo fiz uma prova para uma empresa e passei, estou fazendo um Curso Preparativo e, se Deus quiser, no final desse curso vão me chamar pra trabalhar na Empresa. Assim vou aprimorar meu conhecimento.
Coisas que eu realmente odeio:
2- Mentiras. Mano pra mim isso é a pior coisa do mundo, sem mais.
3- Odeio Fofoca. Odeio gente fofoqueira que não tem o que fazer e fica falando da vida alheia. Pessoas que não tomam contam da sua vida e tem que cuidar da vida dos outros.
4- Frescura; mano eu odeio pessoas assim, pessoas que bota defeito em tudo, que é toda fresquinha, que nada tá bom. E foda-se, mina fresca me irrita.
5- Preconceito. Tenho nojo de pessoas preconceituosa, fim.
Defeitos mais visados:
1- Ser muito Orgulhoso. As vezes quero muito uma coisa, mais meu orgulho não me deixa tê-la. Então, o orgulho fode com tudo.
1- Quero ser Engenheiro Mecânico, desde pequeno ja mexia com motores, máquinas e etc... a pouco tempo fiz uma prova para uma empresa e passei, estou fazendo um Curso Preparativo e, se Deus quiser, no final desse curso vão me chamar pra trabalhar na Empresa. Assim vou aprimorar meu conhecimento.
2- Sou Fluminense fanático, e estou com ele a 16 anos. Na vitória ou na derrota, sempre acompanho os jogos em estádio, e nunca vou abandona-lo. Podem falar mal, pode zuar, pode esculachar e que se foda. Eu amo demais o meu time e me orgulho muito dele; e mano só venha discutir de futebol comigo se tu souber a História do seu time ou pelo menos o Nome do goleiro dele, ok?
3- Não consigo parar de comer. Quem consegue? rs, enfim. Minhas comidas preferidas são: lasanha, pizza, bife à parmigiana, coxinha, strogonoff de Frango e Batata Frita e eu como pra caralho to nem ai pro quem dizem, quem vai engordar sou eu e não eles. Então que se foda a porra toda. Bebidas que mais gosto é: Fanta Laranja. - A MELHOR BEBIDA DO MUNDO, SEM MAIS U-U - Guarana Antártica e Coca-Cola. Não sou muito de beber bebida alcoólica não, mais quando saio ou quando estou muito estressado Bebo pra caralho.
4- Não gosto muito de ler; mais depois que fiz o tumblr to lendo mais, é. Leio textos enormes, e aqui estou pegando alguns livros pra ler, daqui a um tempo eu me acostumo.
5- Tenho a mania de passar a língua nos lábios e morde-los. Arrumo o cabelo em 5 em 5 minutos , e quando estou nervoso nao paro de estalar os Dedos e mecher na Orelha, é sou muito estranho.
Coisas que eu realmente odeio:
1- Odeio gente metida, que gosta de se amostar. Tá você é bonita, mas isso não te faz melhor do que ninguém, e você não precisa ficar se amostrando, fica na tua, porra. E pare de quer ser maior que todo mundo, não ache que é o bonzão em tudo e que não tem um defeito. Quando tem gente assim por perto, eu até me afasto pra não me estressar.
2- Mentiras. Mano pra mim isso é a pior coisa do mundo, sem mais.
3- Odeio Fofoca. Odeio gente fofoqueira que não tem o que fazer e fica falando da vida alheia. Pessoas que não tomam contam da sua vida e tem que cuidar da vida dos outros.
4- Frescura; mano eu odeio pessoas assim, pessoas que bota defeito em tudo, que é toda fresquinha, que nada tá bom. E foda-se, mina fresca me irrita.
5- Preconceito. Tenho nojo de pessoas preconceituosa, fim.
Defeitos mais visados:
1- Ser muito Orgulhoso. As vezes quero muito uma coisa, mais meu orgulho não me deixa tê-la. Então, o orgulho fode com tudo.
2- Me apegar muito as pessoas e muitas vezes me decepcionar muito com elas, e isso me machuca muito.
3- Odeio errar e perder. Perde gera em mim, sentimentos falsetas ao um logo prazo de culpa.
4- Sou competitivo demais.
5- Sempre que ganhar, e muito vezes não sei perder.
Sobre minha namorada.
"Eu tenho a melhor namorado do mundo, vou contar um pouquinho da nossa história, conheci ela através de um amigo pela internet no começo de 2009, e comecei a conversar com ela todos os dias, e do nada percebi que não conseguia mais ficar em falar com ela. Ficava pensando nela o dia todo, logo percebi que eu estava a amando. Fiquei meio tímido pra falar isso pra ela, mais falei. Ela mudava de assunto sempre que eu chegada, desconversava, sabe. Falava que estava gostando dela, muito. Mesmo assim ela não me ouvia, não me dava atenção. E por um milagre, ela foi se soltando, e logo depois confesso que estava gostando de mim também. Tinham algumas coisas contra, como sempre. Uma delas foi a distancia. Mesmo assim, morando longe um do outro, conseguimos aguentar e isso duro 1 ano e meio. Acho que isso fez o nosso amor crescer, a vontade de conhece-la, de cuida-la e ama-la assim, toda hora do dia, não que eu não fizesse isso, mais pessoalmente é mil vezes melhor(...) No dia 04-12-2010 eu vim morar com minha Vó, que por sinal mora perto da casa dela. Quando a vi pela primeira vez, quando olhei para aqueles pares de olhos perfeitos, aquele sorriso lindo, pra quele rostinho de boneca... Putz! Ali, tive a certeza que ela seria a mulher da minha vida, que seria Ela. Sabe, a mãe dos meus filhos? Que sera com ela que vou passar o resto da minha vida. Hoje estamos ai, juntos; a 1 ano e 1 mês. Eu protejo minha pequena com todas as minhas forças, e cada dia que passa meu amor por ela aumenta mais e mais."
3- Odeio errar e perder. Perde gera em mim, sentimentos falsetas ao um logo prazo de culpa.
4- Sou competitivo demais.
5- Sempre que ganhar, e muito vezes não sei perder.
Sobre minha namorada.
"Eu tenho a melhor namorado do mundo, vou contar um pouquinho da nossa história, conheci ela através de um amigo pela internet no começo de 2009, e comecei a conversar com ela todos os dias, e do nada percebi que não conseguia mais ficar em falar com ela. Ficava pensando nela o dia todo, logo percebi que eu estava a amando. Fiquei meio tímido pra falar isso pra ela, mais falei. Ela mudava de assunto sempre que eu chegada, desconversava, sabe. Falava que estava gostando dela, muito. Mesmo assim ela não me ouvia, não me dava atenção. E por um milagre, ela foi se soltando, e logo depois confesso que estava gostando de mim também. Tinham algumas coisas contra, como sempre. Uma delas foi a distancia. Mesmo assim, morando longe um do outro, conseguimos aguentar e isso duro 1 ano e meio. Acho que isso fez o nosso amor crescer, a vontade de conhece-la, de cuida-la e ama-la assim, toda hora do dia, não que eu não fizesse isso, mais pessoalmente é mil vezes melhor(...) No dia 04-12-2010 eu vim morar com minha Vó, que por sinal mora perto da casa dela. Quando a vi pela primeira vez, quando olhei para aqueles pares de olhos perfeitos, aquele sorriso lindo, pra quele rostinho de boneca... Putz! Ali, tive a certeza que ela seria a mulher da minha vida, que seria Ela. Sabe, a mãe dos meus filhos? Que sera com ela que vou passar o resto da minha vida. Hoje estamos ai, juntos; a 1 ano e 1 mês. Eu protejo minha pequena com todas as minhas forças, e cada dia que passa meu amor por ela aumenta mais e mais."
Eu gosto de falar, de estar certa, de quem entende o que eu digo; de quem escuta o que eu penso. Dos meus gostos, os meus discos, os meus livros, as minhas músicas. Dos Stones, do Rock Natural, da minha solidão tumultuada. Não sei viver sem as minhas maquiagens, o meu quarto bagunçado, meus amigos. Gosto do meu umbigo, das minha unhas cor de carmim e azul, do meu cabelo liso e escorrido. Não abro mão da minha hora do soninho, dos meus toddynhos e muito menos os meus desenhos animados na manha de sábado. A minha cara de menina ingenua diz muito pouco sobre mim e adoro quando as pessoas tiram conclusões baseando-se nela e logo depois quebram a cara. Gosto de gente que sabe ser gente e que me ensina coisas novas, que me faça ver e sentir coisas desconhecidas a mim, que faça crescer meu conhecimento. Não suporto ficar mas de dois segundo perto de gente burra e que não sabe mentir direito. Prefiro noites em claro e dias em branco, de chuva e de sol, do preto e branco. Não sei me ver sem as minhas manias. - " Sou um desses livros complicados, com capítulos chatos e enrolados. Com 500 paginas e mesmo com tantas explicações, quando chega ao ponto final, você ainda não me entende e ao menos me compreendi." - Eu quero mais é ser exatamente assim, do jeito que eu sou. Amando quem mereça ser amado, ou quem sabe tentando amar quem tem de ser amado. Quero mais é que os outros possam compreender, ou pelo menos tentem entender que eu sou assim. Nunca amei ninguém por completo, não sei e nem devo explicar o porque desse fato. Mas querer eu sempre quis, mas nem sempre o que se almeja se tem... Eu faço exatamente o que eu quero, sou impulsiva. Eu não penso e muito menos pergunto, eu sinto. Eu guardo as minhas rejeições em vidrinhos rotulados com o nome deles. Eu sou mole demais por dentro pra deixar todo mundo ver, eu deixo pra quem eu acho que pode comigo. Ninguém sabe, mas eu tenho coração de moça.
Posso ser tudo, menos aquilo que você espera.
Não fique fazendo sobreposições sobre mim, não pense que sou aquilo que você acha que sou. Não tire conclusões sobre mim se você acabou de me conhecer, não faça julgue sobre aquilo que um dia te contaram. Não aponte o dedo para mim se você não tem peito para levar adiante a tua julgação. Não me taque pedras se você tem um telhado de vidro. Não desonre o meu nome se o seu é desonrado. Você não me conhece e tampou vai conhecer.
Não fique fazendo sobreposições sobre mim, não pense que sou aquilo que você acha que sou. Não tire conclusões sobre mim se você acabou de me conhecer, não faça julgue sobre aquilo que um dia te contaram. Não aponte o dedo para mim se você não tem peito para levar adiante a tua julgação. Não me taque pedras se você tem um telhado de vidro. Não desonre o meu nome se o seu é desonrado. Você não me conhece e tampou vai conhecer.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
[b]Eu nunca fui uma moça bem-comportada[/b]. Afinal, nunca tive vocação para alegrias tímida, [i]para paixões sem beijos quentes[/i] ou para o amor mal resolvido; sem soluções. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de bonito. [b]Não estou aqui para que gostem de mim[/b]. Estou aqui para aprender a gostar de cada detalhe que tenho; me aceita e me amar. [i]E pra seduzir somente o que me acrescenta, o que me faz bem[/i]. Sou dramática, intensa, transitória e contraditória. Eu ando mudando e evoluindo. [b]Tenho uma alegria em mim que as vezes me cansa[/b]. Por isso: não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. [i]Não me satisfaz o pouco[/i], e muito menos o comum; é entediante. Venha a mim de corpo e alma, voracidade e falta de ar! [b]Venha com tudo[/b].
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Concordo plenamente com você, ameixas são perfeitas para as sextas-ferias. Mais se você não a quer todas as feiras, diga de cara que a quer só as sextas. Pois para você que não ira cumprir as tuas juras, é a devida escolha. Siga o teu coração, e não amarre aquele que você não queria. Largue-o ou o enrole colado ao teu. Ameixa, ame ou as deixa.
Eu a vi de canto, logo quando entrei no bar, ela não reparo meu olhar sobre ela. Esta de cabeça baixa e parecia resmungar com sigo mesma. Um garçom chamou a tua atenção e ela se voltou a ele. Murmurou algumas coisas que não pudi ouvir, apesar da musica de funda ser baixa, e sorrio; um sorriso triste, por sinal. Logo depois o garçom volta com um drink e a deixa. Sem antes olha-la, mas ela não viu. Ela era uma moça bonita, muito por sinal. A luz daquele bar estava franca, pouca. Mesmo assim consegui ver suas feições, e ao meu ver, eram perfeitas. Era realmente uma moça bela. Eu fiquei por observe-la. Será que ela estava sozinha? Não me cabia a ideai de que moças como aquelas iam em bares e ficam sozinha. Como não chegava ninguém que a conhecia. Como ninguém chegava nela? Fiquei a observa-la, e foram três horas inteirinhas - marquei no meu relógio de pulso - desde que tinha posto meus pés naquele bar. Eu não sei bem o do porque fique tanto tempo a observando, mas algo nela prendeu de tal forma a minha atenção, que.. foi impossível levantar e ir embora dali. Nessa exatas três horas ela não saia daquela mesma posição: braços cruzados e cabeça baixa. De vezes em quando levantava a cabeça e bebericava de pouquinho em pouquinho, oras de uma vez, seu drink. E chamava o garçom com alguns estalos de dedos e ele voltava a encher o teu copo. Isso se repetiu em contáveis vezes. Resolvi dar um tempo e parar de seca-la da forma que estava fazendo. Quando voltei a olha-la novamente. Ela me parecia que ia soltar um soluço agudo, porém não foi isso; rangeu os dentes e apertou - mais forte ainda, quem sabe - os braços sobre a cintura. Algumas lagrimas rolaram daquele rosto belo, pudi ver o brilho delas. Levanto o rosto e pudi ver a sua expressão dilacerada. Não sei o que me deu, só sei que levantei decidido e fui ao encontro daquela moça. - Me surpreendi, geralmente eu não era um cara assim, de tais atitudes. -
- Ei, você esta bem? - Perguntei me sentando, sem ser convidado. E logo me toquei da merda que tinha perguntado, estava claro que ela não estava bem. Belo começo idiota.
- Faz parar, faz parar, faz parar... - Ficou repetindo, retorcendo os dedos. Em estado de agonia. Fiquei desesperado, nunca tinha lidado com uma situação daquela.
- Ei calma, calma... não se desespere. Ei, olhe para mim. - Toquei aquele rosto perfeito, manchado por algumas maquiagens borrada.
- Calma..? - Me respondeu em tom de pergunta, num só fio de voz. - Quer que eu realmente tenha calma? - Agora me respondeu em um tom choroso. - Que porra! É o que todos me dizem pra ter. "Tenha calma", "O tempo vai curar", "Vai passar". Mas que droga, porque nada do que vocês falam realmente acontece? Porque? E porque também vocês mentem? Não vai passar, porque o meu ainda não passo. Calma, como quer que eu tenha calma?
Tinha um olhar forte, uns cabelos que lhe batiam a cintura; todos de um incrível tom de chocolate.
- Ei, você esta bem? - Perguntei me sentando, sem ser convidado. E logo me toquei da merda que tinha perguntado, estava claro que ela não estava bem. Belo começo idiota.
- Faz parar, faz parar, faz parar... - Ficou repetindo, retorcendo os dedos. Em estado de agonia. Fiquei desesperado, nunca tinha lidado com uma situação daquela.
- Ei calma, calma... não se desespere. Ei, olhe para mim. - Toquei aquele rosto perfeito, manchado por algumas maquiagens borrada.
- Calma..? - Me respondeu em tom de pergunta, num só fio de voz. - Quer que eu realmente tenha calma? - Agora me respondeu em um tom choroso. - Que porra! É o que todos me dizem pra ter. "Tenha calma", "O tempo vai curar", "Vai passar". Mas que droga, porque nada do que vocês falam realmente acontece? Porque? E porque também vocês mentem? Não vai passar, porque o meu ainda não passo. Calma, como quer que eu tenha calma?
Tinha um olhar forte, uns cabelos que lhe batiam a cintura; todos de um incrível tom de chocolate.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Ei, bobão. Você esta fudido e mal pago. Tanta garotas pra se engraçar e vai se engraçar logo comigo? Foi se apaixonar logo por mim, amante da liberdade.
Mas cá estou, vô te dizer certos pontos importantes a mim, pra não ocorrer tantas desavenças assim comigo. Porque de cara saiba; sou teimosa e mandona. Não são exigências ou cobranças, nada disso. Nosso relacionalmente
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Também pudi perceber que amar não é apenas isso, ver em uma pessoa certas qualidades que tanto almeja ou que tanto queira. E a parti de ter os olhos agradados começar a amar. Percebi então que eu nunca te amei. Não foi aquela amor de cinema, aquele amor de novela, amor de adolescente, não foi nenhum tipo de amor. Você fez parte de mimo meu, eu apenas te quis por... por estar sozinha, por carência ou quem sabe . Amores de verdade surgem em um olhar, em você querer saber mais sobre aquela pessoa, mesmo sabendo de tudo. O amor ele vem com a convivência, em quer fazer o bem aquele
Eu ainda quero você, ainda penso em você. Mas posso lidar com isso sem afetar a minha vida e a vida dos que me rodeiam, como acontecia antigamente. Eu posso lidar com a tua falta, eu posso me acostumar com ela. E eu já me acostumei.
Mas a tua falta em mim, foi bom. De certa forma, foi muito boa. Sem você pudi enxergar certos pontos, desconhecidos a mim. Me fez prestar a atenção em outras coisas, outras pessoas. Me fez dar atenção a outras pessoas, pessoas essas que são essenciais a mim. Pude para e pensar no que você representa a mim, em todos os sentidos. Pudi ti ver sem as minhas fascinações. Sabe, pude realmente te enxergar como você é.
Eu ainda quero você, ainda penso em você. Mas posso lidar com isso sem afetar a minha vida e a vida dos que me rodeiam, como acontecia antigamente. Eu posso lidar com a tua falta, eu posso me acostumar com ela. E eu já me acostumei.
Mas a tua falta em mim, foi bom. De certa forma, foi muito boa. Sem você pudi enxergar certos pontos, desconhecidos a mim. Me fez prestar a atenção em outras coisas, outras pessoas. Me fez dar atenção a outras pessoas, pessoas essas que são essenciais a mim. Pude para e pensar no que você representa a mim, em todos os sentidos. Pudi ti ver sem as minhas fascinações. Sabe, pude realmente te enxergar como você é.
então … Na hora que você vai postar, tem la na caixinha onde tem a opção colocar em negrito e italico e enfim algo escrito HTML não tem?, você clica la. Ai vai aparece seu texto e tal, ai vai ter la seu noem por exemplo <p><strong><small>- Andressa (<a href=”http://c-o-l-o-m-b-i-n-a.tumblr.com/”>c-o-l-o-m-b-i-n-a</a>)</small></strong></p>
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domingo, 29 de janeiro de 2012
Talvez o meu erro, é achar que sou forte demais. É achar que minhas decepções não são nada, é achar que vou conseguir passar por mais uma desilusão e mais uma despedida, que ainda vou continuar de pé. Firme. É crer que alguns sorrisos são o suficiente para me sustentar, é que depois de algumas noites de insonia e alguns choros estridentes, isso vai passar e vou me recuperar, assim do nada. Que vou voltar a ser aquela garota que todos jugam forte e inatingível, sabe. É fingir comigo mesma. É mentindo pra mim mesma que eu vou ficar bem, sem a ajuda de ninguém. Que sou capaz de me reerguer. Abusei demais de mim, ultrapassei meus limites e fui adiante, mesmo não aguentando. Segui em frente e eu juro que estava tentando esconder ao máximo, ao que o meu corpo permitia. Mas, só pra varias, minhas tentativas me levaram para o caminho oposto. Como um barranco que não aguenta a força de uma simples chuva, desmoronei. Perdi as minhas forças… Acabei sendo vencida e mostrei a enorme fragilidade que sempre houve aqui dentro. Acabei mostrando a todos o que sempre lutei para esconder, o que me faz pensar que sou fraca e inútil. A parte que mais tenho vergonha. Acabei sendo dirigida com olhares de pena. Uma coisa da qual sempre odeie. Chega de tentar disfarçar e esconder o que não dá mais pra ocultar, as pessoas veem cansaço em mim. Eu estou exausta disso e desses acontecimentos na minha vida. Porque todos tem que sair dela? Porque me esquecem, assim tão rapidamente. Porra, quando elas estão mal sabem onde me procurar, agora quando sou eu que precisa de ajuda, cade elas? Somem? Estou cansada disso. Ter que sorrir, mesmo quando não estou bem. Quando eu percebo que alguém está assim, eu vô lá, eu me importo, eu dou o máximo de mim, o meu melhor. É pedir muito para elas me tratarem da mesma forma? Pra que se preocupem comigo da mesma maneira que me preocupo com elas? Isso é muito?! Droga, eu não as ajudo com a intenção de jogar nas caras delas, de chegar e dizer: "Mas eu te ajudei naquele dia" não é isso. Elas não são os meus amigos? Amigos não servem para isso? Caralho! Esse entra e sai só serve pra me deixar vulnerável, insegura e o pior, fechada. Fechada para o mundo, e com raiva das pessoas que o abitam. Quero um alguém que me enxergar, porque ser invisível doí muito, ou então eu queria desaparecer por completo. Queria não olhar nos olhos de ninguém, não sentir raiva delas e nem outros tipos de sentimentos. Queria apenas alguém que me olhasse e dissesse alguns consolos. Hoje eu queria renascer, começar tudo novo outra vez. E acordar ao lado de alguém que me amasse assim como sou, sem apontar os defeitos, os erros; mas que elogiasse os acertos. Que visse em mim algo bom, construtivo. Alguém que me alisasse os meus cabelos e que ouvisse meu chamado. O chamado silencioso dos meus olhos. Alguém que me acuda e fale:
— Ei, eu te vejo perfeitamente. Eu te entendo. Eu gosto de você assim. Eu não vou te abandonar.
— Ei, eu te vejo perfeitamente. Eu te entendo. Eu gosto de você assim. Eu não vou te abandonar.
Carta de despedida dela, para ele.
"Ontem de madruga, novamente não consegui pegar no sono. Não conseguir, pois não te tirava da cabeça. Porém foram pensamentos diferentes, sabe. Não foram aqueles pensamentos de vontades próprias trazendo com sigo lembranças sufocantes. Ontem eu não quis te ligar - como tantas outras vezes - e perguntar o porque dos fatos ou o porque as coisas aconteceram daquela forma. Eu lembrei de você e não senti aquela vontade de chorar baixinho e de segurar o soluço. Naquela noite eu me perdi em diversos pensamentos sobre você. Entre eles, um mais me intrigo. Fiquei pensando na tua partida. A tua falta em mim, de certa forma foi-me muito boa. Porque eu pudi enxergar certos pontos desconhecidos a mim. Pudi ti ver sem as minhas fascinações. E me perguntei, o que era aquilo que eu vi em você. Se você era apenas uma projeção daquilo que eu queria e tanto desejava, e que me fiz dependente. Ou até que ponto as coisas que me fascinavam eram tuas, ou minhas. Quer dizer, se você era aquilo que eu queria que você fosse, ou se você realmente era aquilo tudo que eu via. Entende? Não, você não entendi. Nem eu mesma entendo.
Para mim, bastava você ter as tás qualidades e ponto. A partir dali eu te amaria e vice-versa. Seriamos perfeitos, um para o outro. Eu seria aquela que você, primeiramente, procuraria. Aquela que não iria sair de jeito nenhum dos teus pensamentos. Aquela que faria o mundo parecer mais fácil, que faria as coisas aparentar leveza. Eu quis ser apresentadas a todos como tua. Eu seria o motivo dos teus sorrisos. A tua paz, teu encontro, teu consolo, teu descanso, teu desejo. Eu queria que você, necessariamente, precisa-se de mim. Que sentisse a minha falta, que quando eu desse as costas você viria correndo. Eu quis ser o teu porto-seguro. Eu quis tanto te dar e acebei esquecendo de perguntar se você queria. Mas essas coisas não se perguntam, não é? Apenas vamos lá, e pronto; damos.
É Como mergulhar num mar sem coletes salva-vidas. E você abrir portas sem ter a remota ideia do que te espera. É um jogo de azar e sorte; tipo dos cassinos, você joga, mesmo sabendo que pode perder e sair seriamente prejudicado. Resumindo, é uma estupidez.
Mesmo assim, eu estava disposta a ter dar tudo o que tinha, era pouco? Era, porém era teu. Absolutamente tudo. Eu te daria tudo e aceitaria de bom grado o que era me dado. Teu sorriso era a minha recompensa...
Mas se você estivesse aqui, agora. Como seriamos? O aconteceria conosco? O que seria de nos? Você se foi e nem faz 5 meses e cá estou. Retrucando se realmente te amei, se realmente te quis da forma que você era. E me perguntando, de que forma você era? Que me enlouqueceu daquela forma? (...) Pego um retrato teu e fito a tua imagem e tento lembrar de algum defeito, ou de algum momento que se exaltou comigo, alguma discussão nossa. Qualquer coisa que me faça acreditar que o que tivemos foi real, verdadeiro sabe. Eu não posso acreditar que me iludi desta forma com você. Não posso crer que pensei amar alguém que nunca existiu. Quem é você?(...)
Eu pensei tanto naquela noite, que quando vi, o sol já estava nascendo. E eu o presenciei, coisa que não fazia a tempo e sinceramente? Como pude me trancar dentro de mim mesma, e não observar aquele espetáculo? O nascer de um dia. Porque não o peguei com exemplo? "Por mais que a noite seja fria e gélida, escura e sombria. O sol aparace, mesmo que ela tente se sobrepor ao sol. Ele o vende, e nasce mais uma vez sorri."
A tua partida me fez prestar a atenção em outras coisas, outras pessoas. Me fez dar atenção a outras pessoas, pessoas essas que são essenciais a mim. Pude para e pensar no que você representa a mim, em todos os sentidos. Independe de como te via. Pudi procurar ser melhor pra mim, e aos que me cerca. Sai de casa, sorrir mais, comprei novas roupas, conhecer pessoas novas. Frequento outros lugares. Terminei de ler aquele livro que já estava virando um deposito de poeira na minha cabeceira. Eu conseguir levar a vida sem você(...) Ainda bem que conseguimos interromper no meio do processo. Saímos ilesos, sem maiores danos. Apenas com a lembrança daquilo que um dia, já foi.
Enfim, me ocorreu agora te enviar esta carta. Não pra você ter noticias minhas, mais sim daquilo que um dia já fomos. Escrevo-te para mostrar que ainda lembro de ti. Porque nem você e nem eu somos descartáveis. Adeus e um grande beijo.
Mariana."
Para mim, bastava você ter as tás qualidades e ponto. A partir dali eu te amaria e vice-versa. Seriamos perfeitos, um para o outro. Eu seria aquela que você, primeiramente, procuraria. Aquela que não iria sair de jeito nenhum dos teus pensamentos. Aquela que faria o mundo parecer mais fácil, que faria as coisas aparentar leveza. Eu quis ser apresentadas a todos como tua. Eu seria o motivo dos teus sorrisos. A tua paz, teu encontro, teu consolo, teu descanso, teu desejo. Eu queria que você, necessariamente, precisa-se de mim. Que sentisse a minha falta, que quando eu desse as costas você viria correndo. Eu quis ser o teu porto-seguro. Eu quis tanto te dar e acebei esquecendo de perguntar se você queria. Mas essas coisas não se perguntam, não é? Apenas vamos lá, e pronto; damos.
É Como mergulhar num mar sem coletes salva-vidas. E você abrir portas sem ter a remota ideia do que te espera. É um jogo de azar e sorte; tipo dos cassinos, você joga, mesmo sabendo que pode perder e sair seriamente prejudicado. Resumindo, é uma estupidez.
Mesmo assim, eu estava disposta a ter dar tudo o que tinha, era pouco? Era, porém era teu. Absolutamente tudo. Eu te daria tudo e aceitaria de bom grado o que era me dado. Teu sorriso era a minha recompensa...
Mas se você estivesse aqui, agora. Como seriamos? O aconteceria conosco? O que seria de nos? Você se foi e nem faz 5 meses e cá estou. Retrucando se realmente te amei, se realmente te quis da forma que você era. E me perguntando, de que forma você era? Que me enlouqueceu daquela forma? (...) Pego um retrato teu e fito a tua imagem e tento lembrar de algum defeito, ou de algum momento que se exaltou comigo, alguma discussão nossa. Qualquer coisa que me faça acreditar que o que tivemos foi real, verdadeiro sabe. Eu não posso acreditar que me iludi desta forma com você. Não posso crer que pensei amar alguém que nunca existiu. Quem é você?(...)
Eu pensei tanto naquela noite, que quando vi, o sol já estava nascendo. E eu o presenciei, coisa que não fazia a tempo e sinceramente? Como pude me trancar dentro de mim mesma, e não observar aquele espetáculo? O nascer de um dia. Porque não o peguei com exemplo? "Por mais que a noite seja fria e gélida, escura e sombria. O sol aparace, mesmo que ela tente se sobrepor ao sol. Ele o vende, e nasce mais uma vez sorri."
A tua partida me fez prestar a atenção em outras coisas, outras pessoas. Me fez dar atenção a outras pessoas, pessoas essas que são essenciais a mim. Pude para e pensar no que você representa a mim, em todos os sentidos. Independe de como te via. Pudi procurar ser melhor pra mim, e aos que me cerca. Sai de casa, sorrir mais, comprei novas roupas, conhecer pessoas novas. Frequento outros lugares. Terminei de ler aquele livro que já estava virando um deposito de poeira na minha cabeceira. Eu conseguir levar a vida sem você(...) Ainda bem que conseguimos interromper no meio do processo. Saímos ilesos, sem maiores danos. Apenas com a lembrança daquilo que um dia, já foi.
Enfim, me ocorreu agora te enviar esta carta. Não pra você ter noticias minhas, mais sim daquilo que um dia já fomos. Escrevo-te para mostrar que ainda lembro de ti. Porque nem você e nem eu somos descartáveis. Adeus e um grande beijo.
Mariana."
- Sabe aquela garota ali.
- Onde? - perguntei.
- Aquela ali, sentada no banco da praça.
- Ah, o que tem ela - murmurei.
- Ela é tá tão estranha, não acha? Sei lá, ela mudou tanto. Eu andava com ela, mais depois ela ficou tão esquisita, parei.
- Esquisita? Como? - Retruquei, encarando aquela garota de expressão esgotada e irritada.
- Ah, olhe para ela. Olha essa maquiagem forte, esses olhos escuros e essa boca vermelha em plena luz do dia? E por que se vestir assim? Essas roupas são tão vulgares, quer dizer... eu nunca sairia de casa assim. E olhe para o cabelo dela, que descuido! Ele era um dos mais lindos daqui do bairro. E outra, você já viu o pessoal com quem ela andando? - Me perguntou erguendo as sobrancelhas, incrédula. Nem me esperou responder. - Um amigo meu, que é vizinho dela, disse-me que as pessoas que ela anda são bem barra pesada. Eles bebem, saí pra farra, fazem a baderna toda e a noite inteira. Acredita, ela fez uma festança na casa dela semana passada enquanto os pais estavam viajando, disseram que rolo drogas, bebidas e tudo o mais, teve um morador chamou a policia, pois não aguentava o som. Provavelmente ela deve está chegando de umas farras dessas(...) -
Enquanto a Amanda tagarelava mais coisas sobre aquela garota, percebi que ela se levantava. Pudi ver a maquiagem borrada, os olhos escuros e fundos. As roupas, a meia rasgada, dai entendi o que ela diz dizer com: "eu nunca sairia de casa assim"(...) Me parecia que ela ia chorar a qualquer momento, mas não. Ela inspirou profundamente e se levantou. Inspiro todo o ar que os pulmões possivelmente aguentaria e sorrio. Um sorriso digno do palavrão "foda-se". Mudo a expressão de tal forma que chego a me surpreender.
Teu rosto de menina assumiu uma forma irônica e debochada. Com um meio sorriso no rosto que poderia ser muito bem considerado como um sorriso safado. Se ajeitou; calçou os sapatos que estavam jogados do lada do bando, pego uma garrafa de whiskey - já pela a metade - escondido em algum lugar ali. Tiro da bolsa um masso de cigarros, pego um e o pós na boca, logo depois o acendeu.
Bagunço um pouco mais os cabelos rebeldes, o jogou para um lado e outro. E saio. Uma saída digna de quem já sofreu bastante, e mesmo assim, enfrenta o vento.
- Eu não sei porque ela mudou tanto assim... - Amanda mais uma vez me perguntou, me fazendo lembrar da tua presença.
- Talvez ela tenha amado - Sugeri ainda observando aquela garota que dava as costas a todos que, assim como nós, falavam dela. - Talvez ela ainda ame.
- Onde? - perguntei.
- Aquela ali, sentada no banco da praça.
- Ah, o que tem ela - murmurei.
- Ela é tá tão estranha, não acha? Sei lá, ela mudou tanto. Eu andava com ela, mais depois ela ficou tão esquisita, parei.
- Esquisita? Como? - Retruquei, encarando aquela garota de expressão esgotada e irritada.
- Ah, olhe para ela. Olha essa maquiagem forte, esses olhos escuros e essa boca vermelha em plena luz do dia? E por que se vestir assim? Essas roupas são tão vulgares, quer dizer... eu nunca sairia de casa assim. E olhe para o cabelo dela, que descuido! Ele era um dos mais lindos daqui do bairro. E outra, você já viu o pessoal com quem ela andando? - Me perguntou erguendo as sobrancelhas, incrédula. Nem me esperou responder. - Um amigo meu, que é vizinho dela, disse-me que as pessoas que ela anda são bem barra pesada. Eles bebem, saí pra farra, fazem a baderna toda e a noite inteira. Acredita, ela fez uma festança na casa dela semana passada enquanto os pais estavam viajando, disseram que rolo drogas, bebidas e tudo o mais, teve um morador chamou a policia, pois não aguentava o som. Provavelmente ela deve está chegando de umas farras dessas(...) -
Enquanto a Amanda tagarelava mais coisas sobre aquela garota, percebi que ela se levantava. Pudi ver a maquiagem borrada, os olhos escuros e fundos. As roupas, a meia rasgada, dai entendi o que ela diz dizer com: "eu nunca sairia de casa assim"(...) Me parecia que ela ia chorar a qualquer momento, mas não. Ela inspirou profundamente e se levantou. Inspiro todo o ar que os pulmões possivelmente aguentaria e sorrio. Um sorriso digno do palavrão "foda-se". Mudo a expressão de tal forma que chego a me surpreender.
Teu rosto de menina assumiu uma forma irônica e debochada. Com um meio sorriso no rosto que poderia ser muito bem considerado como um sorriso safado. Se ajeitou; calçou os sapatos que estavam jogados do lada do bando, pego uma garrafa de whiskey - já pela a metade - escondido em algum lugar ali. Tiro da bolsa um masso de cigarros, pego um e o pós na boca, logo depois o acendeu.
Bagunço um pouco mais os cabelos rebeldes, o jogou para um lado e outro. E saio. Uma saída digna de quem já sofreu bastante, e mesmo assim, enfrenta o vento.
- Eu não sei porque ela mudou tanto assim... - Amanda mais uma vez me perguntou, me fazendo lembrar da tua presença.
- Talvez ela tenha amado - Sugeri ainda observando aquela garota que dava as costas a todos que, assim como nós, falavam dela. - Talvez ela ainda ame.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Vá pode ir embora, deixe-me aqui. Vô ficar bem. Quando sair tranque a porta, por favor e faça-me o favor de levar com sigo as lembranças. Não me importo de ficar sem a presença delas, ao menos uns instantes. E também não volte. Fique lá, não volte a me procurar. Só lembre-se depois que foi tu mesmo que quis isso. Não venha dizer que se arrependeu... não te aceito de volta.
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