O Colégio Campbell Bower. É um colégio particular, onde os pais, que não aguentam mais seus filhos e querem se livrar deles da melhor forma possível. Matriculam seus "bebês" nessa prisão. Ele é reconhecido como um dos melhores colégios particulares e que encaminham teus "lindos" filhos para as melhores faculdades dos Estados Unidos, o que é isso? Passe livre. Também, com o valor da mensalidade, eles deveriam nos por sentados naquelas cadeiras confortáveis da faculdade com o diploma em mões. Ele também abre algumas vagas: com provas. Que, pelo o que as bolsistas já me disseram, são super difícil. Eu ainda não consigo entender o do porque alguém quer vir para esse inferno.
Quando meus pais me disseram que eu iria estudar aqui, até fiquei contente. Pois era um colégio para garotos e garotas... até ai tudo bem. Só descobrir um detalhe, um simples detalhe, muito tarde devo dizer; o colégio tinha uma divisão; Garotas para um lado e Garotos para o outro. O que isso queria dizer? Tinha uma parte que era somente para as garotas, onde é o nosso dormitórios. Nossas aulas não são misturadas, só tínhamos alguns professores homens, o resto eram mulheres mal amadas e, que provavelmente a falta de sexo mexia no psicológico delas. Também havia cercas, muros, toque de recolher, regras e etc. Muros cercados, para que os garotos e nem as garotas pulassem o muro para "dormir" em lugares inadequados e foram de seus dormitórios. Toque de recolher e regras, porque existiam alguns garotos, há maioria devo dizer, davam uma escapadinha para o nosso lado. Desde então o diretor, Carlisle Cullen impôs algumas regras: Garotos e garotas não podiam ficar um no patio do outro, nos jardins, corredores e muito menos no dormitórios, como já aconteceu. Se caso isso acontecesse era expulsão na certa. Mesmo assim eles invadem.
Apesar de quem mais invadia era o próprio filho dele. E ele adorava vir nos visitar e trazer alguns com sigo: E devo dizer que tinham meninas que morriam por eles, literalmente.
Depois dessa regras e do toque de recolher o coisa fico tediosa. E se tornava uma coisa frustante, a falta dos garotos. Até nos víamos nos finas de semana, mais eram raras vezes... já que alguns iam para as suas casas e outros continuavam no colégio. Alguns tinham a autorização de sair, dá uma volta na cidade e volta para o colégio.
Port Angeles é uma cidade pequena, mais movimentada. Tinha bastante adolescentes, uns que vinham da pequena e chuvosa Forks. Algumas boates, um shopping, uns lugares bons para se frequentar e paquerar. Mais aqui de uma certa forma já estava me enjoando. Sair, ficar com alguns garotos e trazar com uns e outros, não era mais para mim. Tinha até tentado algo serio com alguns caras, só que não dava certo, não mesmo. E já tinha me enjoado daquilo tudo. Daquelas tentativas e daqueles casos. Sentia uma estranha urgência de que algo acontecesse na minha vida, algo que me fizesse querer viver, algo intenso, quente, vibrante. É difícil algo intenso acontecer quando você é obrigada pelos pais a morar em um internato.
Tinha a impressão que nada daria certo, até eu sair daquele lugar.
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