sábado, 21 de janeiro de 2012

...
— Ela disse que esse colar me traria sorte... — Bella respondeu pensativa.
 Ela estava deitada sobre a nossa cama, e analisava o pequeno colar de ouro.
— Então... deixe-me ver se entendi — Comecei enquanto saia do banheiro com a toalha enrolada na cintura — Uma doida te para numa rua deserta de Paris. Lê a sua mão. Faz previsões óbvias e te dá um colar pra ser seu amuleto da sorte... E você ainda acreditou em tudo que ela disse. É isso?
— É. É isso! Você falando assim torna a coisa bem ridícula, sabia?! — Disse-me em tom acusatório. Eu rir de sua cara desolada. — E porque previsões óbvias? — perguntou entortando a cabeça.
— Bem, ela disse que você será uma boa jornalista. Isso é óbvio. Você é muito inteligente. E que terá dois filhos com o homem da sua vida, o que também é óbvio.
— E porque é óbvio? — Perguntou novamente, mas em um tom petulante dessa vez.
— Porque é. Olha, se depender de mim a gente vai ter um time inteirinho de futebol.
— Claro! — Responde-me ironicamente rolando os olhos, logo em seguida começou a rir. E eu a acompanhei. — Ei, quem disse que você é o homem da minha vida, hein?! — Perguntou com as sobrancelhas arqueadas.
— Por enquanto ninguém. — Disse indo em sua direção e puxando-a pelas as pernas para mim. Ela sorriu travessa enlaçando os braços em torno do meu pescoço e as pernas envolta da minha cintura. — Mas pode deixar comigo, eu vou te fazer dizer. — Disse sussurrando ao pé do ouvido dela, enquanto a empresava contra a parede e lhe dava vários beijos. (his-heroin)

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